Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por Atryan em Qui Out 30 2014, 21:06

{Prisão Sig'Runa: Leste do Território dos Lobos da Floresta}


interrogador entrou na sala iluminada por cinco lâmpadas longas, o prisioneiro usava duas algemas presas à mesa de aço então certamente teríamos uma longa conversa,  seus olhos vermelhos brilhavam sob a máscara de ferro que lhe deixava espaço apenas para falar e respirar, outro homem entrou e em suas mãos várias fotos e documentos foram jogados sobre a mesa, ele se sentou e pegou um cigarro e o acendeu com um isqueiro vermelho.

- Bem, bem, parece que te pegamos finalmente senhor... – ele levantou um papel e procurou algo. – Senhor Russ Tsepesh Lecter, é acusado de executar magia negra e o assassinato de trinta e seis civis e vinte e um militares, pro seu tipo de gente a morte é a única coisa q resta, mas como a lei manda, devemos te ouvir primeiro.

     Ele sorriu enquanto pegava um dos clipes e o modelava com precisão, ele parecia não dar à mínima para o que os investigadores diziam.

- Na verdade são vinte e dois militares, contando com você... Eu vou mata-lo, por que eu odeio o cheiro do cigarro. – o homem se aproximou com os braços sobre a mesa, e lhe deu um rápido tapa na cara.

- Moleque, olha o que você fala! Aqui dentro você não faz nada entendeu! Seu imbecil presta atenção no que você fala se não vai sair daqui num saco preto direto para o necrotério.

      O prisioneiro tinha apenas 26 anos, mas uma ficha com vários assassinatos o descrevia, suspeitava-se de que ele fizesse parte de alguma organização terrorista então o interesse dos policiais só aumentou. 

- Você faz parte de alguma ordem secreta? – o outro policial interviu, no momento que o prisioneiro termina a modelagem do clipe o fazendo ter um formato de agulha com base em espiral. 

     Ele a colocou entre suas mãos, e tentou chutar a pernas, mas grilhões em seus tornozelos o impediram, enquanto os investigadores falavam ele tentava romper as correntes com força e quando sentiu o metal prestes a quebrar ele segurou as mãos do policial fumante, quebrou as correntes dos pés e chutou sua cadeira e puxou suas mãos, ele parou debaixo da mesa onde as algemas o detinha, ele olhou por cima da mesa e a cabeça do policial havia acertado em cheio o clipe, seu parceiro ficou sem reação até outros guardas abrirem a porta e começarem a bater no prisioneiro sem dó.

{Três minutos depois}

     O arrastaram pelos corredores cinza da prisão, chegaram numa encruzilhada onde viraram à esquerda e abriram um grande e pesado portão de aço, naquele bloco de celas um silêncio comandava, subiram até o segundo andar e ao ficarem de frente a cela número 78 eles tiraram as algemas de aço, mas o deixaram com um par de braceletes que bloqueavam magia e o largaram brutalmente como lixo.

     O portão de barras negras se fechou á suas costas e o trancava na cela pequena com uma única cama e vaso sanitário, as barras da janela contorciam a luz da cidade agitada revelando seus feitiços ocultos.

- Que comesse a Lei do Silêncio! – uma voz firme falou em várias línguas distintas pelos alto-falantes, as luzes começaram a ser apagadas ordenadamente.

     Os sons das luzes ecoavam pelo corredor e ao chegar ao bloco dele seus olhos se abriram mostrando o tom de vermelho vivo, rapidamente se levantou juntou os dedos e os estralou, foi á cama, pegou seu colchão e o colocou nas barras, com extremo cuidado ele arrancou uma das barras de ferro da armação e deu leves socos fazendo muita ferrugem sair e a espalhou em forma de círculo, foi então desenroscar o parafuso direito do vaso sanitário e abaixo dele havia um pequeno saco de thernite, resultado de alguns ‘’favores’’ internos, ele o jogou sobre a ferrugem e a mesma se encandeceu na fortíssima reação química, o calor emanado era enorme e mesmo o piso de concreto derreteu, ele aproveitou-se do calor e aqueceu a porta da barra e a encravou no meio do círculo de fogo, quando a peça ia cair na cela abaixo ele segurou-a com cuidado, caiu suavemente e enterrou o metal na garganta de um basitin adormecido com tanta força que atravessou a cama e encravou-a no chão.

     Aquela cela algumas falhas no bloqueio mágico podiam ser sentidos, ao contrário das outras raças, um humano ali era um grande problema. Ele tentou invocar alguma magia, mas nada aconteceu, na segunda tentativa uma pequena faísca se acendeu por entre seus dedos, ele olhou o chão e o sangue do basitin escorria para o canto inferior esquerdo da cela, não lhe custaria tentar e logo se posicionou, com todas as forças tentou invocar magia suficiente para romper os braceletes.
- Ahhhhhh! – ele gritou enquanto seus punhos lançavam faíscas por todo canto. – Boraaa! Quebraaaa! – quando abriu os olhos, os dois braceletes estavam no chão contorcidos e vermelhos pela eletricidade e no mesmo instante o alarme tocou, juntando uma quantidade ainda maior de energia ele quebrou todas as câmeras num raio de 200 metros e silenciou o alarme escandaloso.

     O prisioneiro arrancou uma lasca da barra de ferro do pescoço do basitin e cortou as palmas das mãos para criar runas rentes às cicatrizes lá existentes, e quando o fez um sorriso psicopático avançava pela máscara, seus olhos ficaram totalmente negros e um tipo único de magia despertara novamente... A magia de sangue...

     Cadáver esgotava-se á tempos, mas sem aviso o sangue retrocedeu sobrenaturalmente até as mãos do jovem assassino e moldaram manoplas e se cristalizaram, o olhar de prazer do prisioneiro era macabro, seus dentes batiam uns nos outros freneticamente.

- Parado ai... O que diabos aconteceu aqui? – nove guardas chegaram à frente da cela arrombada com lanternas e armas em punho, viram o lugar vazio, exceto o cadáver quase dissecado, e o buraco no teto, para checar isso eles se dividiram em duas unidades, uma de cinco e outra de quatro integrantes para vistoriarem o bloco de cima.

- Acharam alguma coisa? – os policiais do andar debaixo perguntaram.

- Só uma cela vazia e um buraco no chão, vamos averiguar melhor. – um dos guardas abriu a cela e entrou, tirou o colchão e o jogou sobre a cama. – Parece que o prisioneiro tentou escapar, mas é muito burro pra isso hahaha...

     No andar abaixo três dos policiais entraram na cela, uma única poça de sangue com poucos centímetros de profundidade marcava o centro do lugar e o corpo pode ser examinado mais de perto. - O que é isso, pelo amor dos deuses, o cadáver quase não tem sangue! Quem seria capaz disso?

     Um barulho estranho soava atrás deles, e da rasa poça de sangue o prisioneiro emergiu sorrindo com a cabeça levemente tombada para a esquerda.

- Boa noite policiais, eu vou pegar o sangue de vocês emprestado ok? – ele abriu a mão direita e dela puxou um tipo de chicote feito de sangue com uma ponta em forma de foice que não ultrapassava um metro.

     Como reação os policiais sacaram suas pistolas nove milímetros e dispararam, mas as balas pareciam surtir efeito algum, e quanto mais o assassino se aproximava, mais os guardas tremiam.

- O que é isso pessoal, agora vou ter que matar vocês. – girando o chicote sobre sua cabeça e com maestria e precisão ele cortava partes dos policiais que caiam mortos ou quase lá, mesmo quando sua arma batia no concreto ele era cortado facilmente, então à carne não seria problema algum.

    Parou pouco depois que todos os guardas caíram gritando de dor e agonia, sem alguma piedade ele ergue sua mão esquerda e todo o sangue jorrado é absorvido por ela num show de movimentos e suavidade sobrenatural, os outros guardas viram o acontecido e resolveram ficar quietos, o medo era maior do que qualquer tentativa heroica que passavam por suas cabeças, o prisioneiro caminhou entre os corpos até chegar ao portão, a essa altura o bloco de celas inteiro estava agitado de medo ou curiosidade. À frente o espesso portão de aço o separava da liberdade, o prisioneiro juntou as mãos criando os mesmos dois tentáculos de sangue com a forma de foice na ponta, respirou fundo e quando preparava o golpe duplo uma luz verde se acendeu, e o portão se abriu.

- Desculpe o atraso capitão... Minhas botas não queriam entrar – um jovem Lobo do Norte paralisou ao ver o assassino a sua frente que o olhava diretamente nos olhos.

- Olá keidran. – ele estendeu a mão o cumprimentando. – Me chamo Russ e você é? – ele olhou em sua farda e viu o nome Alex bordado. – Alex...

     O lobo estendeu a mão a fim de tentar criar alguma amizade e se safar da ocasião.

- Ahm... Eu não quero te machucar, eu não vou te impedir só me deixe ir, por favor. – Russ apertou sua mão e chegou perto o suficiente para ele ver seus caninos longos se projetarem por baixo da máscara num sorriso impiedoso.

{Dez minutos depois no corredor principal á Leste}

     O keidran andava cambaleando rente à parede pintada no meio de branco, seu rádio no ombro direito soou.

- {O prisioneiro foi contido e veio a falecer, preciso de unidades médicas o mais rápido possível} – após um breve silêncio ele chamou novamente. – {Alerta! Russ escapou, segundo os guardas o soldado Alex o está ajudando a fugir, achem-nos e capturem-nos, custe o que custar! E tomem cuidado, eles são extremamente perigosos QSL?}

     O lobo pareceu não se importar, estava decidido a chegar a algum lugar da prisão, as câmeras de segurança delatavam sua posição a cada curva que fazia e ao som de passos rápidos e armas se destravando ele viu-se cercado naquele corredor suas orelhas se curvaram e lágrimas caiam.

- Ponha as mãos na cabeça! Alex! Deita no chão e coloque suas mãos na cabeça agora! Não me faça atirar em você. – o capitão da guarda estava entre vários soldados que apontavam suas armas desde pistolas a fuzis para ele, era notável a raiva e medo nos olhos de todos.

- Ora capitão, não mate seu soldado, ele é um bom rapaz. – o keidran o olhou chorando. – Se atirar ele vai sentir, não eu, mas como ele foi gentil comigo em me cumprimentar... Então.

     Uma névoa negra saiu de um corte em seu braço direito e tomou forma humana e lá estava o prisioneiro, e o lobo pareceu sair de um rio profundo e tossiu sangue.

- Não fica assim, se eu quisesse poderia ter te matado, mas eu gostei de você e agradeço a estadia breve. – a vítima se levantou rápido e correu em desespero rumo aos policiais.

- Sugiro que baixem as armas e me deixem ir ao arsenal... Pera o que estou falando, é óbvio que não vão deixar, vocês são mãos-de-vaca. – no momento que o capitão tinha seu soldado a salvo ele ordenou.

- Atirem á vontade! – os soldados ligaram escudos de mana e apontaram suas armas por eles, o homem passou o braço do keidran em volta de seu pescoço e o levou embora, virou á direita no corredor sem olhar para trás.

     Ele escutou o barulho dos disparos e os ignorou enquanto ia à enfermaria. Russ saltou numa das paredes e correu sobre ela até chegar num policial, segurando seu capacete, ele caiu atrás dele e quebrou seu pescoço e chutou um guarda atrás, teleportou-se para cima dele metros à frente e caiu sobre seu peito, deu um salto para trás e tocou o chão em forma de sangue líquido e se espalhou, cobriu todo o chão do corredor e avançou, emergiu atrás de dois guardas e com as manoplas ele perfurou seus peitos até que Russ urrasse fazendo os corpos explodirem, e novamente com a manopla esquerda absorveu todo o sangue, juntou as mãos em forma de reza e as abriu liberando os chicotes macabros, balas voavam por todo canto, mal podiam ver os movimentos do assassino que os dilacerava sem dificuldade, ele então parou, restando poucos soldados ele apontou a palma da mão para o chão e todo aquele sangue foi drenado, num segundo de silêncio os guardas tremiam e no outro segundo o prisioneiro caminhava calmamente atrás deles, as cabeças dos guardas caiam uma á uma e Russ saia assoviando alegremente, sem se preocupar com as câmeras...

     Russ colocava uma mão decepada no escaneador biométrico e assoviava alegremente, abriu a porta dupla e pesada que dava acesso ao arsenal no final de um corredor, ele entrou sem problemas, passou por várias armas de grande periculosidade, mas parecia estar focado unicamente num cofre branco e longo, cheio de magias de contenção.

- Olá querida Muriell, o mestre voltou pra te buscar. – sua manopla direita ficou maior e mais vermelha do que antes, socou o cofre várias e várias vezes até que a magia e o próprio metal se rompessem.

     Lá de dentro uma espada grande com vários dentes serrilhados nas costas da afiada e negra lâmina de runa mostravam que o objetivo da arma não era somente matar, mas mutilar, ele a acariciou-a como um filho, tirou ainda uma roupa vermelha e dourada magnífica e a mesma se mesclou ao seu corpo como se nunca devesse ter saído de lá, as botas com pontas escuras pareciam garras de águia e em contraste com a espada que fora colocada na cintura o deixava com um visual demoníaco.

- Está sedenta por sangue Muriell? Ora eu vou saciar sua sede... – ele abriu o portão novamente e dezenas de soldados tentavam cercá-lo antes que o pavor tomasse conta de seus corações.

     Os disparos começaram, mas as balas não chegaram a atingi-lo, ficaram paradas em pleno ar, escutou-se passos pesados ecoando pelo corredor, os guardas viraram-se e viram o que era, mas Russ não, aquilo vinha mais rápido e um grande homem com uma armadura negra e pesada atropelava os guardas e os arrastava até bate-los contra a parece os matando na hora, aquilo tinha um grande e pesado machado que segurava com uma mão apenas, a armadura cheia de pontas extravagantes não deixavam espaço algum para acertar a pele, mas não havia elmo, apenas um capuz vermelho e cabelos brancos que saiam pelos lados.

- Você demorou sabia? – o homem sorriu e lhe cumprimentou.

- Se quiser posso voltar depois, e não, não trouxe nada pra você comer. – era seu irmão mais novo Salah, que não aparentava ser o mais jovem.
- Vamos passar em alguma lanchonete certo? – ele jogou a espada na pilha de corpos e o sangue fora devorado, começaram a correr e uma ligação de sangue puxou a espada e a colocou na cintura de Russ.

     Salah tomou distância na corrida e bateu de frente com a parede a atravessando, a janela da prisão tinha grandes barras de aço encantado, mas para quem acabara de quebrar uma parede de concreto isso seria fácil, ele correu o mais rápido que podia e saltou, usou seu machado e com a velocidade da queda golpeou a janela num som trovejante, o impacto foi tão forte que uma extensa rachadura no chão e no teto se formou, o metal nas grades derreteu-se e fora drenado pela arma. Logo abaixo um ônibus de prisão estava estacionado, o grande homem pulou do 2° andar e caiu afundando o teto do veículo, Russ vinha deslizando pela parede, usando a espada para diminuir a velocidade, eles viram a frente outro rosto conhecido, escorado em frente á outro ônibus cheio de prisioneiros e com farda de policial.

- Olá Russ, bom te ver Salah. – era Eric grande amigo dos dois, que segurava uma Dragunov entre o braço e a axila, e lhes jogou dois cristais de disfarce. – Isso vai resolver... Eu acho...

__________________________
SANGUE!
Cheiro, quero, dor... PRECISO!
Caos! PERTO!
Eu cavalgo. ATROPELO!
Matar! MAIS!

Batalha, conforto.
Lutar, onde?
Fraqueza, nunca.
Amor, por mim, Guerra.

https://youtu.be/FTN87eD3Skc
avatar
Atryan

Mensagens : 380
Data de inscrição : 06/07/2014
Localização : Em sua alma...

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por OtakuCraft em Qui Out 30 2014, 22:44

Esse lance de sangue me lembra Vampiro a Máscara. '-'
Enfim, pelo visto, sangue será um tipo de destaque por aqui... e tenho medo que esse Russ não seja parecido com um dos personagens que criei. :l
Mas ficou ótimo a fic, aguardo por mais. ^^

__________________________






Meu DA... passa lá. ;-;
avatar
OtakuCraft

Mensagens : 3459
Data de inscrição : 24/04/2014
Idade : 18
Localização : Tartarus

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por Tulyan em Sex Out 31 2014, 09:56

Personagem q vc criou? Fale mais... e vc quer q ele seja parecido?

Guerra, senti referencia com Castelevania, Mordekaiser e Darius kkkk, alem de Pacific Rim, Lucy/Nyu, kkk mas adorei sua fic, espero q os outros tmbn kk

__________________________
O Imortal dá mais valor ao tempo do que o mortal, o mortal se preocupa com o tempo que passa até sua morte
e o Imortal, se preocupa com o tempo que passará,
Sendo Feliz...


Mas nada está ábdito de minhas garras... Nada...
avatar
Tulyan

Mensagens : 2251
Data de inscrição : 14/07/2014
Localização : Atrás de você...

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por Atryan em Sex Out 31 2014, 13:24

Neh... quando eu akbei a fic reli e senti isso tmbn kkkkkkk, mas n fiz ela pra plagiar, só teve semelhanças legais...

__________________________
SANGUE!
Cheiro, quero, dor... PRECISO!
Caos! PERTO!
Eu cavalgo. ATROPELO!
Matar! MAIS!

Batalha, conforto.
Lutar, onde?
Fraqueza, nunca.
Amor, por mim, Guerra.

https://youtu.be/FTN87eD3Skc
avatar
Atryan

Mensagens : 380
Data de inscrição : 06/07/2014
Localização : Em sua alma...

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por TFFalcon3 em Sab Nov 01 2014, 13:34

legal!

__________________________

Never Give Up:



Canção de meu personagem: (em andamento):





Atualização em andamento... 1... 2... 3... 1... 2... 3...
avatar
TFFalcon3

Mensagens : 4496
Data de inscrição : 13/02/2014
Idade : 16
Localização : Na minha casa ¶=

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por Karyan em Dom Nov 02 2014, 01:21

O..o maaan q over power esse povo kk, amei a fic.. e i need more now!
Kkk

__________________________
https://www.youtube.com/watch?v=WYeDsa4Tw0c
avatar
Karyan

Mensagens : 22
Data de inscrição : 18/10/2014
Idade : 19
Localização : Plano Vazio

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por TFFalcon3 em Dom Nov 02 2014, 02:10

nossa! esse cara tá parecendo meu modo DM sanguinário! absorvendo sangue e tornando ele uma arma! muito massa a FF! continue com a matança!

__________________________

Never Give Up:



Canção de meu personagem: (em andamento):





Atualização em andamento... 1... 2... 3... 1... 2... 3...
avatar
TFFalcon3

Mensagens : 4496
Data de inscrição : 13/02/2014
Idade : 16
Localização : Na minha casa ¶=

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Histórias de um Futuro Distante - A Fuga

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum