Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

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Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

Mensagem por Gamesmenezes em Sab Jan 31 2015, 23:32

Esse cap demorou, mas saio. Bem, entes de tudo gostaria de me desculpar pela demora para postar esse capítulo. Mas acontece que ando estressado ultimamente, e quando fico assim não me sai muita coisa quanto menos boa para a fic. O motivo pelo qual ando estressado (para quem quiser saber) é que acabei descobrindo que tentar desenhar personagens do zero me deixa estressado e eu persisto nisso crer que seja a melhor forma de criar um traço bem individual e próprio.

Capítulo 12 - A Separação:
Os três seguiam pela estrada, quando se aproximaram de Edinmire Túlio repentinamente parou de caminhar suspirou e disse:

-(Túlio): Bem, é aqui que nos separamos.

-(Arthur): Sim, boa sorte.

Jéssica estranha a despedida um pouco prematura, uma vez que ela pensava que a separação de caminhos só ocorreria dentro da cidade. E também não imaginava o plano de Túlio.

-(Jéssica): Como assim, já vai partir Arthur? Não vai nos acompanhar nem se quer até a cidade?

-(Túlio): Não é ele quem vai partir sozinho, sou eu.

-(Jéssica): O que?! Túlio?! Aonde vai?!

-(Túlio): Eu continuarei a busca pelo cajado, mas é muito arriscado que venha comigo.

-(Arthur): Por isso viajará comigo, te levarei até um lugar seguro, longe dos “Laminas-da-Noite”, de pessoas que queiram te machucar e da escravidão.

-(Túlio): Desculpe Jéssica, eu não queria que tivesse que ser assim, mas não quero colocar sua vida em risco.

Jéssica então fecha os olhos e punhos, ela abre os olhos falando indignada.

-(Jéssica): Por quê?! Por que você nunca fala comigo sobre isso?! Eu sei que é para o meu bem, mas você se quer fala comigo antes de planejar nos separar. Por quê?! Você acha que sou burra?! Você acha que não iria entender os motivos para nos separarmos?! Pois saiba quer eu não sou burra e que eu sim entenderia se você me dissesse!

-(Túlio): Não Jéssica, não! Eu não te acho burra, Mas estava sim com medo de que não me entendesse! Por que eu tenho medo, medo de te perder!

-(Arthur): Ei vocês dois, parem já. Túlio pode morrer quando encontrar o dragão. Por acaso vocês querem que suas ultimem lembranças juntos sejam de vocês dois beirando à uma briga?

-(Jéssica): Tem razão Arthur...

-(Túlio): Sim, tem razão. Desculpe não ter te dito ante Jéssica.

O casal se abraça, o abraço durou alguns segundo, o suficiente para dizerem algo um ao outro.

-(Jéssica): Se cuida.

-(Túlio): Você também. Eu prometo que tudo vai se resolver...

Arthur e Jéssica então seguem a estrada a estrada em direção a Edinmire, enquanto Túlio segue em direção a Witchen.

-(Túlio) (Pensamento): Vamos la Túlio, como antes: Só você e sua busca. Só espero que os malditos assassinos não os intercepte no meio do caminho.

(No outro lado da estrada)

-(Arthur): Túlio é realmente determinado, se dispor o confrontar um dragão, não é para muitos.

-(Jéssica): É, mas tanta determinação é que me preocupa.

-(Arthur): Como?

-(Jéssica): Túlio uma vez me disse que não se importa com sigo mesmo. Uma vez, eu estava tendo um pesadelo, e ele usou todos seus cristais de mana e até mana negra para me fazer acordar daquele sonho horrível.

-(Arthur): Ele é realmente muito bondoso, ele me contou sobre ter se sacrificado um pouco por outros, noite passada. Mas Eu não tinha ideia que era tanto assim.

Arthur em um momento pergunta:

-(Arthur): Algo me deixa curioso: “Como vocês se conheceram?”. Digo, você é uma raposa, ele um humano, você não é escrava e o território das raposas fica alem do lupino.

-(Jéssica): Bem, vai parecer estranho se eu não explicar algumas coisas que aconteceram antes disso, vai ser uma longa história.

-(Arthur): Temos bastante tempo para isso.

(Voltando para Túlio)

Túlio chega a Witchen, ao entrar na cidade ele olha as pessoas, os prédios, respira fundo e fecha os olhos dizendo a si mesmo.

-(Túlio): Witchen, eu deveria me sentir bem de estar aqui. Mas essa cidade me faz sentir dor.

Ele caminha pela cidade por um tempo e para de frente de uma casa.
-(Túlio): Minha antiga casa, minha infância. Térbio e Elisa não devem estar, muito provavelmente estão no colégio templário e só vão voltar nas férias, Enquanto isso esse lugar enche de mofo.

Ele volta a andar pela cidade, até chegar ao cemitério, Lá, diante das lapides de seu pai e sua mãe se ajoelha e permanece em silencio. Sentindo a dor em seu coração.

-(Édmund): Seu pai foi um grande homem, não tão reconhecido, mas um grande homem.

Túlio se levanta e vira para trás encarando Édmund e o perguntando.

-(Túlio): Édmund, você não deveria estar dando aula?

-(Édmund): Eu resolvi tirar férias mais cedo esse ano. Eu e seus irmãos ficamos sabendo do incêndio de sua casa.

-(Túlio): Não veio aqui para prestar luto, não é? Então, o que quer?

-(Édmund): Acredite ou não seus irmãos se preocupam com você. Eles presumiram que você vira pra cá epois de saber do ocorrido.

-(Túlio): E daí?

-(Édmund): Ainda não acredita que eles se preocupam com você? “E daí” que me pediram para te dar isso.

O velho homem lhe estende a mão segurando uma chave. Túlio pega a chave.

-(Túlio): A chave da casa...

-(Édmund): Sim, deve estar cheio de poeira, mas é certamente um bom lugar para você e sua amiga ficarem por enquanto. Falando nela, onde ela está?

-(Túlio): Nos separamos, foi o melhor a se fazer.

-(Édmund): Como vai a busca?

-(Túlio): Estou rumo ao primeiro a um ninho de dragão, eu pretendia chegar hoje, mas agora que tenho um lugar onde ficar acho q vou deixar isso para amanhã.

-(Édmund): Então tenha um bom dia, eu vou aproveitar minhas férias.

(Na estrada, entre Edinmire e a passagem do território tigre)

-(Jéssica): Nossa, que história a sua.

-(Arthur): Não é engraçado? Eu, você e Túlio, todos com uma história que foge do comum, nos encontrando, nos conhecendo.

-(Jéssica): É, realmente, acho que pessoas com historias incomuns tem tendência a se encontrar.
Disse Jéssica brincando.

-(Arthur): Acho que pessoas que buscam coisas fora do comum sempre encontram  e ume pessoas que também vem algo fora do comum. Seja história ou doença.

(Em Witchen)

Túlio acabara de por os pés dentro da casa de sua infância, ele respirou fundo e disse a si mesmo.

-(Túlio): Quem diria, pensei que nunca pisaria mais aqui.

Ele anda pela casa calmamente abrindo todas as portas que encontrava pela frente e olhava cada cômodo. As lembranças pareciam se projetar naquele local, lembranças felizes.  Ele chega no quarto que um dia dividiu com seu irmão, mas que atualmente tinha apenas uma cama no lugar de duas. O jovem pega o colchão da cama e o carrega até a varanda dos fundos da casa o colocando escorado em diagonal na parede para pegar um pouco de sol e tirar o cheiro de mofo. Quando ele se vira para o pátio dos fundos ainda estando em cima da sacada para. Túlio ao olhar aquele pátio lembra de vezes que brincou com seu irmão e sua irmã la, quando tomou banho de chuva, de outros momentos com sua família também.

-(Túlio): Eu já fui mais feliz...

Ele passou um o dia arrumando a casa. Felizmente ainda havia comida doa para fazer almoço e jantar, ele aproveitou bem a estadia naquele dia, no lugar onde um dia chamou de lar.

(Noite, território tigre, acampamento de Jéssica e Arthur)

Arthur e Jéssica estavam dividindo a cabana. Já era tarde, Jéssica estava dormindo, mas Arthur embora estivesse deitado não estava dormindo. Com os braços atrás da cabeça ele pensava.

-(Arthur) (pensamento): É bom estar de volta em casa. Não ter que esconder minha pintura de guerra. Se algum maldito templário a visse certamente iria me matar e arrancar meu couro.

Em um momento, ele nota, que Jéssica estava ofegante e com os olhos forçadamente fechados, como se estivesse tendo um pesadelo e estava.

(Pesadelo de Jéssica)

-(Jéssica): Túlio, o que está fazendo!?

Túlio a responde sorrindo mas mal conseguindo falar.

-(Túlio): O que é preciso...

-(Jéssica): Você vai morrer! Você vai se matar!

Túlio reponde ainda sorrindo porem com ainda mais dificuldade de falar, ele já não tinha mais forças para empurrar o ar para fora, mas se podia ler seus lábios.

-(Túlio): Eu não me importo...

Fim de Capítulo.


Última edição por Gamesmenezes em Seg Dez 07 2015, 16:31, editado 2 vez(es)

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

Mensagem por OtakuCraft em Dom Fev 01 2015, 13:24

Eita porra! Outro pesadelo... um pesadelo que será verdadeiro? Quem sabe. :v
Bem, aguardo por mais. ^^

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

Mensagem por TFFalcon3 em Dom Fev 01 2015, 14:08

Lecau! =D espero por mais!

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

Mensagem por Tulyan em Seg Fev 02 2015, 17:37

Heheeee levei mais mamai e papai de alguém, q foi o Stephan agora o Tulio kkkkkkkkk, eu to muito filiz, e to no lucro claro, só espero q o Tulio morra logo pra mim zoar com ele tmbn...

Enfim, como eu falei na outra fan fic, aprofunde no cenário e em detalhes mais minuciosos pois estimula a imaginação e isso é d+, criticas construtivas a parte eu n direi q espero por mais, eu vo ir pro furuto agora!!!

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 12 - A Separação.

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