Cajado da Redenção - Capítulo 13 - O Dragão e o Teste.

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Cajado da Redenção - Capítulo 13 - O Dragão e o Teste.

Mensagem por Gamesmenezes em Qua Fev 25 2015, 03:32

Fala galera, bem, mais um capítulo que demorou a sair. Dessa vez a justificativa é que não ando de bom humor ultimamente, e vamos combinar que não há condições de escrever uma fic mal humorado, não é? Mas agora estou me sentindo melhor, então aqui está mais um capítulo.

13 - O drgão e o teste.:
No dia seguinte, Túlio havia levantado cedo e saído da cidade, reto em direção à Brandon Wood. Foi uma longa caminhada pela campina até chegar na floresta. As arvores eram altas e muitas, porem relativamente dispersas. Ele caminhou por aquele lugar em direção ao norte durante algum tempo.

(No território tigre)

Jéssica e Arthur haviam chegado na casa do “tigre humano” a cerca de uma hora e meia. Jéssica estava sentada em uma cadeira com um olhar preocupado olhando por através da janela da sala de estar. O guerreio que tão diferente era de seus compatriotas não deixará de notar tal olhar em certo momento e a pergunta:

-(Arthur): Está tudo bem?

-(Jéssica): Eu... não sei...

-(Arthur): Está preocupada com ele, não é?

-(Jéssica): Sim...

-(Arthur): Ei calma, nós dois sabemos quem ele está acostumado a viajar sozinho e isso nem faz tempo. Ele sabe se cuidar.

-(Jéssica): Não é só isso que me preocupa...

-(Arthur): Então é sobre o dragão?

-(Jéssica): Não, ontem a noite tive um pesadelo que me fez pensar “Até onde Túlio é capaz de se sacrificar?”.

(Em Bradon Wood)

Finalmente, em uma grande clareira, Túlio o podia ver, no meio de um grande circulo de pedras. Um grande dragão azul dodger, adormecido.

-(Túlio): (Pensamento): Então é isso, espero não precisar usar espada nem magia. Só que ele pode ficar de mau humor se o acordar.

-(Dragão): (Telepatia) Você não precisa, eu já estava acordado. Pude ouvir seus pensamentos a um quilometro.

O Dragão abre sues olhos, os revelando amarelo leve com detalhes verde mediano do mar, e olhando Túlio de frente o questiona:

-(Dragão): (Telepatia) O que o traz a mim?

-(Túlio): Se realmente escutou meus pensamentos de tão longe, sabe bem por que estou aqui.

-(Dragão): (Telepatia): Inteligente, tal como Tristan, seu pai.

Túlio ao ouvir aquelas palavras se surpreende imensamente.

-(Túlio): Você!... Você conheceu meu pai!?

-(Dragão): E a ti através das memórias dele. Diga-me ele nunca lhe contou sobre o amigo que revelou a ele sobre o cajado?

-(Túlio): Gaios!?  Você é Gaios?!

-(Gaios): (Telepatia): Sim.

-(Túlio): Então você sabe sobre o cajado, mas não o tem... Droga!

-(Gaios): (Telepatia) Parcialmente...

-(Túlio): Como?

-(Gaios): (Telepatia): Eu guardo um fragmento do cajado do almejar. Ou como você o chama, “Cajado da Redenção”.

-(Túlio): Você tem um fragmento?! Então por que não o deu a ele?!

-(Gaios): A ele eu não podia, quem portará o fragmento precisa passar por um teste, e uma quantidade de dano ao corpo antecede o teste. Ele acabaria morrendo antes mesmo de tentar ser um portador.

-(Túlio): Então eu portarei esse fragmento, e todos os demais!

-(Gaios): (Telepatia) Então que o fragmento o teste.

O grande dragão sai do circulo de pedras, sues olhos brilham em branco, um pedaço de terra cilíndrico, pouco maior do que a espessura de um dos membros frontais do dragão, é levantado e colocado de lado deixando um buraco. Gaios retira desse buraco uma haste metalica da mesma cor de suas escamas com duas guardas, como de espadas, nas duas pontas da cor principal de seus olhos. As duas tinham suas pontas opostas ligadas uma a outra por hastes curvas da mesma cor e que davam espaço para uma mão humana.

-(Gaios): (Telepatia): Pegue, o dano será causado e o teste se iniciará.

Túlio então dando alguns passos com o braço direito estendido e segurou o fragmento como se estivesse segurando no punho de uma espada. Tal fragmento que ao ser tocado emanou eletricidade e deu um longo e demorado choque. Durante esta descarga elétrica, Túlio estremeceu de dor em pé segurando o fragmento enquanto urrava de dor. Ele aproximou sua outra mão da outra exageradamente, pois com tanta dor não conseguia se concentrar o suficiente para controlar naturalmente seu braço negro. Ele tentou trocar o artefato de mão, foi uma tentativa difícil pois devido a dor sua mão direita insistia a se fechar, mas conseguiu. Mas a dor foi vagamente reprimida.

-(Gaios): (Telepatia): Mais alguns segundos e o teste se iniciará.

Ele aguentou, o choque finalmente parou. O guerreiro cai de joelhos no chão e por alguns instantes permanece assim, ofegante. Se levantando com um pouco de dificuldade e ainda ofegante ele pergunta:

-(Túlio): Gaios, isso é mesmo preciso para iniciar o teste?

-(Gaios): (Telepatia) Na verdade, são dois testes. Você acabou de passar pelo primeiro, o da força de vontade, que é aplicado pelo próprio fragmento.

Túlio já não mais estava ofegante. Ele não pode evitar perguntar:

-(Túlio): E o segundo?

-(Gaois): (Telepatia) O segundo é o teste de dignidade, aplicado pelo dragão que guarda o fragmento em questão.

(Na casa de Arthur)

-(Arthur): (Pensamento): Cara, eu não suporto ver a Jéssica preocupada assim. Eu tenho que fazer algo pra que ela esqueça um pouco o Túlio e sorria um pouco. Talvez caminhar pela cidade ajude, quem sabe não encontramos algo para fazer.

-(Arthur): Ei Jéssica, vamos sair?

-(Jéssica): Claro, melhor do que ficar aqui sem fazer nada...

-(Arthur): Sabe, realmente nunca tem nada para fazer aqui em casa, quase sempre estou fazendo algo fora e acabo voltando quase exclusivamente para dormir.

(Em Bradon Wood)

Indo para uma margem do circulo Gaios diz?

-(Gaios): (Telepatia): Fique com o fragmento, vai precisar dele para o teste.

O dragão ficou de frente para Túlio e diante de seus olhos assumiu forma humana. Tinha longos cabelos negros e vestia túnica e calça ambas cinzas e calçava botas de couro marrom.

-(Gaios): Agora escute Túlio, eu e seu pai fomos bons amigos. E se ele queria que você encontrasse o cajado e se curasse, nada posso fazer alem de facilitar sue trabalho. Então farei com que você aprenda algo com esse teste. Contra-atacar magia. Não me é permitido lhe ensinar, então vai ter que descobrir como fazer arriscando.

-(Túlio): Certo, estou preparado.

Gaios então prepara um feitiço elétrico.

-(Gaios): Então CONTRA-ATAQUE!

Diz o dragão em forma humana soltando o feitiço. Túlio reage rapidamente soltando também um feitiço de raio em direção ao de Gaios. O raio de Túlio absorve o de Gaios e segue seu caminho com a mesma velocidade em direção ao conjurador do feitiço inimigo que é atingido, mas não demonstra reação.

-(Gaios): Muito bom! Inteligente de sua parte lançar um raio mais potente. Porem não é esse meio que deve aprender. Vamos tentar outra maneira. Prepare-se.

-(Túlio): Estou preparado!

Novamente, Gaios solta um feitiço de relâmpago. E Túlio dessa vez levanta rapidamente seu braço esquerdo fazendo erguer-se A terra na forma de uma escadaria de dois metros de altura com longos degraus. Ele corre por essa escadaria segurando sua espada com as duas mãos e de seu fim salta atacando Gaios na queda. O dragão havia desviado. Túlio se levanta e fica de frente para ele.

-(Gaios): Impressionante, mas ainda não é a maneira necessária de contra-ataque.

O cabeludo então conjura uma onda de ar que arremessa o guerreiro de volta para o outro lado do circulo de pedras. Ele cai de costas no chão e reclama ainda caído.

-(Túlio): Isso era mesmo necessário?

-(Gaios): Acredite ou não, sim!

Ao tentar se levantar, o rapaz repara que o fragmento que portava tinha caído ao seu lado. É ai que ele se lembra que Gaios disse “Fique com o fragmento, vai precisar dele para o teste.” Ele então pega o objeto por uma das hastes o que o faz se abrir ao meios mostrando o que seu cilindro é oco. Ele não hesita em encaixar o cilindro do fragmento em volta do cabo de sua espada que se encaixou firmemente. Finalmente de pé ele diz.

-(Túlio): Estou preparado!

Gaios então mais um feitiço elétrico, solta. Túlio balança a espada no ar com se estivesse desferindo um golpe, o relâmpago acerta a arma e por ela é absorvido. E o espadachim mais um golpe desfere no ar fazendo com que o feitiço conjurado fosse lançado de volta para seu “dono”. Gaios recebe a descarga elétrica em cheio, que o faz recuar um pouco, mas logo se recompor.

-(Gaios): Excelente! Você passou no teste!

Diz o dragão se aproximando do guerreiro e aplaudindo. Quando chega perto o suficiente, coloca as duas mãos da cabeça dele e diz.

-(Gaios): Seu pai deixou algo para você. Deixe-me lhe mostrar.

Fim de capítulo.


Última edição por Gamesmenezes em Seg Dez 07 2015, 16:31, editado 1 vez(es)

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 13 - O Dragão e o Teste.

Mensagem por OtakuCraft em Qua Fev 25 2015, 13:24

Haja força de vontade para aguentar uma descarga elétrica. :v
Mas o que será que o pai de Túlio deixou-o? '-'
A localização de um dos fragmentos?
Algum segredo do cajado?
Espero por mais. ^^

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