A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

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A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por Tulyan em Qui Abr 16 2015, 19:50

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O céu estava tão cinza quanto o cimento que cobria as calçadas, o ar gelado e pesado inibia uma fraca garoa que caia há tempos pela cidade estranhamente pacata que parecia como eu... Em luto, estava a vagar perto do Quartel Central onde o major Xavier junto a um grande tropa que enfileirada batia continência, eles estavam totalmente de preto e mesmo que ele tivesse uma pequena barba branca e continuasse com seu chapéu branco fez questão de me ver e em respeito deu-me pêsames, ele ficou com os braços cruzados na janela da carruagem negra de castanheira enquanto cumprimentou-me e a minha criada Ana com gentileza.

- Eu e seu pai passamos muitos anos juntos principalmente durante a guerra, eu... – ele baixou os olhos castanhos. – Eu preciso falar com você mais tarde.

- Sobre? – perguntei. – O que é? – disse novamente com um sufoco causado pelo espatilho negro de couro e lã vermelha sob um vestido não muito requintado para a ocasião, mas como resposta ele apenas suspirou e afastou-se. – Tio! O que é? – disse confusa.

- A sós querida, é algo sigiloso. – essas palavras trouxeram questionamentos a mim, estes que nem sei se devia ter...
 
     Fiquei ao lado dos caixões brancos lado-a-lado numa cama de flores lindas, o evento fúnebre foi de portas fechadas na Igreja das Sete Estrelas um pouco ao Sul á poucos metros da praia de areia fina e clara cheia de conchinhas que vinham do mar estranhamente  parado e calmo.

     As janelas coloridas e altas iluminavam os bancos de cedro negro onde apenas os familiares e convidados ocupavam. Eu abraçava Minus que como todos os parentes e amigos mais próximos choravam em prantos pela perda, nós ficamos ao lado dos dois e eu não derramei uma lágrima sequer, mas não por ignorância eu estava arrasada, mais do que qualquer um ali, o Tio Minus me abraçava inconsolável em seu terno negro impecável, uma gravata simples e uma cartola negra com um laço ciano que a envolvia e em duas caia até pendurar-se em sua nuca branca e esfumaçada.

- Seu... Seu pai apostou comigo. – ele disse baixo limpando os olhos. – Que partisse por último deveria usar isso. – ele ajeitou a cartola com um sorriso de canto. – Tinha certeza de que seria ele...

     Ele passava o braço ao meu redor com gentileza olhando sempre para os caixões iluminados pelos candelabros de prata com velas brancas que irradiavam uma chama azul ao som sepulcral de dez vozes lindas numa sonoridade angelical dos Bardos do Cálice Celeste. Estava ali, fria e estática como os rostos de meus pais, acariciava o ombro de Minus macio pelo terno e sem chorar uma única vez desde que vim para Wreathwood e o puxei levemente para que sentasse-nos, mas ao virar vi meu outro tio, o Xavier que a pouco entrava pelas portas brancas e prateadas as quais acabara de passar, assim como Minus estava de terno que era muito melhor que sua farda de antes.


- Eva... – ele disse suavemente andando até mim. – Venha.

     Com um aceno rápido com a cabeça ele queria uma conversa lá fora, junto ao meu tio andamos por entre os bancos onde um tapete vermelho e fino de lã e linho se estendia. Os parentes e convidados nos olhavam preocupados em cochichos e murmúrios tumultuosos como uma enxurrada. Lá fora pude ver o quão abalada estava a cidade, lojas fechadas, ruas desertas em maioria exceto por poucos cidadãos que estavam enegrecidos e desolados.

- Eva, Will. – ele nos cumprimentou com um aceno e após colocou as mãos nos quadris fortes sob o terno negro. – O que eu tenho a dizer não vai ser fácil. – ele limpou a garganta nervoso. – Eu tenho motivos para acreditar que Lyra e Adolf fora... Assassinados.

- O que? – disse pasma, meu coração se acelerava a cada segundo. – Assassinados? – questionei aflita começando a suar frio de medo e raiva, se mataram meus pais, viriam atrás de mim?

- Estamos investigando, mobilizei toda a guarda da cidade para isso. – ele ajeitou o chapéu sobre o cabelo suspirando. – eu recebi relatos de suspeitos entrando em sua casa quatro horas antes de serem encontrados. Alguns empregados foram interrogados e com as poucas descrições montamos o perfil de no mínimo seis suspeitos...

- E? – perguntei com o coração retumbando no peito.

- Ainda não temos nada sólido. – o major pôs a mão no ombro de Minus. – Eu preciso da ajuda de vocês...
 
- Esta é minha filha Sara, vocês não a conhecem , pois passou os últimos dez anos no Colégio Templário desta cidade mesmo e veio ao ser oferecido o cargo de Coronel a ela. – Xavier mostrou sua filha que vinha pelo corredor.

     Ela era alta de cabelos louros e olhos esmeralda, um rosto sério que só se via em guerreiros mais ferozes, usava uma armadura negra muito bem feita toda adornada em aço, o peitoral exibia seu símbolo: um dragão com asas abertas cuspindo fogo. Debaixo do braço direito ela carregava seu elmo que tinha uma proteção na boca como um escudo, as orbitas dos olhos sinuosos e no topo uma penugem expeça e escarlate subia numa crista longa que se curvava pouco antes de acabar. Quando chegou ate nós sorriu meio tímida para minha surpresa, com um aceno firme ela cumprimentou os dois homens ao meu lado e quando se virou a mim estendeu a mão que olhei um instante por parecer monstruosamente forte, apertei-a por um momento sentindo seu toque firme e confiante.

- Meus pêsames Evandra, não conheci seus pais muito bem, mas espero que descansem em paz. – ela disse relutante.

- Mariana, alguma novidade? – sue pai disse calmamente. – Os Espiões Fantasma retornaram?

- Sim, ele retornaram a pouco, estão terminando o relatório, fora isso nenhuma novidade relevante. – ela falou duramente como um literal soldado. – assim que souber reporto-me a vocês de imediato! – ela me fitou rapidamente antes de sair após bater os calcanhares em sincronia.

- Motivos eles têm de sobra. – tio Minus disse pela primeira vez desde que chegamos.

- O que? – Xavier falou. – O que disse?

- Eles têm motivos de sobra para... Você sabe, Adolf era governador do Comércio do Oeste, ou seja, disputas de poder, terras, campos comerciais o escravocrata estão nessa lista. – ele se sentou numa das sete cadeiras da mesa de madeira vermelha lisa ao som de uma lareira cercada por tijolos vermelho e uma grade de ferro a frente.

     O lugar onde estávamos nem eu mesmo sabia, pois fomos trazidos numa carruagem com as janelas cobertas para manter o sigilo, o pouco que vi foi o suficiente para fazer um trajeto, graças a minha memória excelente pude mapear, senti o cheiro de pão com um leve toque de mel o que indica que passamos pela Padaria Mel do bardo, sete solavanques seguidos me mostravam que fomos pela rua das Ameixas sete ruas depois fizemos uma curva a direita, ou seja, passamos pelo quartel, e antes de pararmos pude escutar uma senhora que logo reconheci, era Alva a Alquimista, então estamos exatamente na Praça do Orvalho, e como não vi uma janela, no subterrâneo, não sei por que se deram ao trabalho de tapar as janelas... você também os acha tolos?

     Mas diferente dos corredores de piso de pedra lisa e paredes e tetos de madeira, a sala que estávamos era grande, feita para reuniões, estantes se pontuavam nas paredes enquanto lustres caiam em dupla do teto cintilantes em suas chamas mágicas.

- Foi para te proteger, por exemplo, que você nunca chegou a vinte metros de um templário, mercenário ou Basitin, muito menos de um keidran. – eu saio de minha mente que absorvia todo o lugar para olhar Minus mexer nos anéis em cada um dos fortes dedos. – Eu jamais deixei você correr perigo, seus pais me incumbiram disso, seu pai também...

- Meu senhor! – um guarda entrou batendo continência enquanto respirava rápido de cansaço. – Encontramos um dos suspeitos... A Coronel já está com ele... No interrogatório. - Assim que permitido ele se sentou numa cadeira oferecida pelo major, ele se sentou cansado como se tivesse corrido uma maratona.

- Certo, bom trabalho soldado. – meus dois tios se levantaram arrumando as cadeiras rapidamente enquanto eu os acompanhava. – Descanse. Você merece, então vamos!

     Depois de muito andar pelos corredores sentia o meu coração acelerar cada vez mais, cada tocha, cada porta me trazia um arrepio gélido na espinha. Entramos num dos cômodos, com uma porta de ferro reforçado pelo portal de tijolos de pedra, lá nos deparamos com uma sala pequena e escura com um vidro grande encantado por algo cinza e translúcido, dois soldados guardavam outra porta maior mais ao fundo de onde Sara saiu nervosa.

- Ele é difícil, se recusa a cooperar. – ela falou séria com os punhos fechados em raiva.

- Vamos fazê-lo falar então filha. – Xavier entrou na sala rápido com sua filha atrás e os soldados logo fecharam a porta e lá ficaram de pé.

     Me aproximei do vidro e dele pude ver os dois se aproximando, a sala que entraram tinha seis por oito metros de pedra encantada iluminada por uma luz magica que se pendurava do teto sob uma mesa de aço chumbada ao chão quatro soldados pontuavam os cantos mais externos, três cadeiras estavam a disposição onde uma outra estava a ser usada por um jovem de cabelos negros e olhos castanhos de um sorriso desafiador, tinha as mãos algemadas a mesa e vestia uma roupa simples própria a prisioneiros, seus pés descalços estavam cruzados debaixo da mesa sem preocupação.

- Ora, ora, ora, a policial boa e o policial mau? – ele falou sem medo enquanto eu me sentava perto do vidro junto ao Minus.

     Vi o major se aproximar em plena raiva dando-lhe um soco na cara forte o suficiente para que ele cuspisse sangue.

- Infelizmente pra você é só policiais maus. – ele falou sorrindo.

- No começo, não podemos confiar em você, mas tenho certeza de que depois de nos conhecermos você será nosso amigo. – Sara disse friamente me causando um espanto.

- Humf! – ele retrucou confiante. – eu já passei por isso antes, eu sou protegido. – sorrindo falou novamente. – Eu sou intocável.

     Com um olhar ardente Sara puxou uma adaga de aço da cintura e o jogou ao seu pai que numa sincronia relampejante a pegou no ar e a enterrou na mão do prisioneiro que gritou de dor enquanto uma cascada rubra caia no chão.

- Eu não acho tão intocável assim. – Xavier o cutucou na testa que suava enquanto sua filha falava, ele olhou para mim como se me visse já que indaguei que de lá não se podia vem o que acontecia aqui. – Estamos com uma dúvida, não duas, quem é o mandante e quem te ajudou? – ela disse friamente que quase congelei ali mesmo.

- Foram os monges da montanha estrelinha. – Xavier riu enquanto contorceu a faca ainda encravada na mão do prisioneiro que gritou desesperadamente. – Não! Não! Espera... Da montanha Arco-íris. – o major tirou a faca rubra e a empunhou com leveza.

- Eu adoro quando eles não cooperam. – Xavier falou encravando a faca no ombro do prisioneiro e com um gesto o vidro ao qual eu assistia a seção de tortura enegreceu-se como a noite, mas ainda assim ouvia os gritos de dor e agonia mesmo que abafados vindo lá de dentro.
 



     Era manhã quando acordei deitada num sofá vermelho na sala de reuniões, meu pescoço doía por dormir de mau jeito e pagando por isso minha bochecha ficou amassada. O Tio Minus estava sentado numa cadeira a beira de mim acariciando meus cabelos até acordar.

- Eva, estamos indo, extraíram informações do prisioneiro que são mais alarmantes do que imaginávamos. – me levantei depressa para olha-lo bem. – Enquanto fazem as investigações precisamos que você volte para casa, aqui não é seguro, ao menos em casa terá a proteção de seu marido. – ele segurou minhas mãos transmitindo seu calor e confiança.

     Me recordava dessas palavras enquanto entrava pela porta de meu quarto já em casa, as últimas palavras de Minus me deram um medo e aflição tamanhas que mal organizava os pensamentos que outrora eram serenos e amorosos. Minha casa era grande e confortável o suficiente para me acalmar e por vir sem aviso nem mesmo as empregadas sabiam que estava lá, quando eu quero posso ser ardilosa como uma serpente e invisível como o vento, mas acho que puxei isso da minha mãe... Não sei ao certo...

     Andei pelos corredores iluminados por tochas aqui e ali enquanto meus passos mal se ouviam, fui ao escritório de Evan cujas portas negras com entralhes de pedra e fechaduras de ouro me trouxeram um pouco de conforto, quando ia colocar a mão na maçaneta ouvi um grito de raiva vindo lá de dentro, na hora soube que meu marido estava lá e conversava com alguém que tinha um estranho sotaque que mal pude definir. Coloquei meu ouvido na porta e silenciosamente ouvi...

- Está tudo certo mestre, os guardas mal sabem de nós, muito menos de quem foi o mandante. – aquela voz ranhosa falou primeiro. – Mas e a mulher?  Não planeja deixa-la viva por muito tempo?

- Ela é interessante, se não souber de nada acho que pode viver... – Evam abriu a porta com rapidez me segurando pela gola e me jogando rumo à varanda que se molhava a chuva, cai de lado e senti meu ombro quase se deslocar enquanto meu nariz começou a sangrar. – Ora Eva, espionar é feio...

- Seu monstro! – gritei com todas as forças. – Foi você!

     Fiquei pasma olhando-o nos olhos e vendo apenas um monstro, ele sorriu doentiamente pegando uma adaga de uma gaveta, enquanto algo se ocultava nas sombras entre as estantes e com olhos laranja-dourado que espiavam minha alma.

- Ah, Eva não fique tão chocada. – ele se aproximava e instintivamente recuei com passos trêmulos. – Você é a última barreira entre mim e o poder total sobre o Sul. – olhei novamente para trás a fim de ver onde ia e a varanda cercada por um murinho foi o que vi.

     Quando o vi novamente estava a minha frente com a adaga em meu pescoço, meu coração acelerou e comecei a suar frio, ele avançava a cada passo que dava para trás até que sentia chuva cair sobre meus cabelos e quase me sentei na cerca fria e molhada.

- Não olhe assim Eva. – falou novamente num tom calmo. – são apenas negócios. – com a ponta da faca ele me empurrou.

     Recusei-me a gritar, não queria dar esse prazer a ele, senti um frio no estômago enquanto caia do segundo andar, pude ser o céu nublado trovejante como se reclamasse a traição, pude ver meus cabelos a minha frente um instante e no segundo seguinte... Morri...


Última edição por Tulyan em Qui Maio 21 2015, 16:47, editado 2 vez(es)

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por TFFalcon3 em Qui Abr 16 2015, 20:37

quando eu tiver um tempo livre eu leio esse cap!

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por OtakuCraft em Qui Abr 16 2015, 20:43



Nunca gostei desse Evan, sempre tive vontade de amarra-lo em cavalos e faze-los correr em uma estrada cheia de pedrinhas tão pontudas quanto o nariz dele, mas ai machucaria as patas dos cavalos. '-'
Já sei, amarrar ele nos cavalos e eles correm em direções opostas, arrancando os membros do Evan.
Oh, Oh, já sei! Incriminar ele de algo que irritou Enaria!

Ainda aguardo por mais. ^^
O que será que vai acontecer com ela? ;-; Não faça nada com a alma dela! T-T

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por Tulyan em Qui Abr 16 2015, 21:19


Ui ui tudo bem, sabe eu não mecho com essa coisa de Morte saka... O que eu vou fazer... Bom no próx cap descobrirão... Hihihihihihihi

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por Gamesmenezes em Dom Abr 19 2015, 01:41

Wow wow wow... Calma ai Tuly, ja são 3 mortes e olhe lá...

Agora, deixe-me adivinha. "Ela vai ressuscitar e buscar vingança"? (Ja vi isso em algum lugar). Ou "Ela vira um fantasma com poder de possessão e vai usar desse poder na armadura que ganhou de presente para buscar vingança"?
shuashuahsuahsuah

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

Mensagem por Tulyan em Dom Abr 19 2015, 22:56

Devo-lhe lembrar q no FA eu fiz algo q VC fico: OMG... Sabe q minha mente é extremamente produtiva, e sim eu pensei nisso sim, mas achei muito fake. Daí o q aguarda ela é muito mais fofa do q qualquer de suas opções... Mas para saber... vai ter q esperar...

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 3 - A Última Lágrima

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