A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

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A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por Tulyan em Qui Maio 21 2015, 14:50

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Não sei muito bem o que aconteceu depois, mas Evan alegou que eu suicidei depois de tanta depressão, foi convincente o suficiente para a maioria o que tirou olhares de cima dele sem problemas, a cidade inteira ficou de luto como se preto fosse a única cor existente, eu fui velada deitada numa cama de margaridas, lírios e rosas enquanto muitos choravam ao redor, durante vários dias o Sol ficou preso entre as nuvens cinza metálico, eu sempre quis viajar sem rumo no oceano e quem diria que faria isso quando morta. Foi deixado comigo o colar do Tio Minus e aquela armadura negra como os cabelos de minha empregada Ana que arrasada demitiu-se pouco depois. Minus foi um dos dez homens que levaram-me para a praia e depois de um culto fui deixada no mar quieto, Populares apenas me puderam ver em prantos enquanto sumia no horizonte cinzento levado pelas águas frias da morte.

     Por sete dias vaguei no oceano cinza, não me lembro de muita coisa, apenas do som do mar a me confortar naquela escuridão estática e fria enquanto me deixava cair naquele vazio, senti algo tocar-me na testa como minha mãe fazia, o breu ao redor iluminou-se tornando tudo branco como a neve de Whitefield, aquela mão era fria, monstruosa por não ter carne alguma. A figura encapuzada me olhava com olhos de fogo em meio a escuridão que era seu rosto coberto, algo mais acima veio tão brilhante que me cegava a visão enquanto o chão se tornava negro novamente.

- Criança! – aquilo falou com voz quebradiça como cacos de vidro que ecoavam centenas de vezes. – Evandra! Levante-se – eu o fiz rapidamente mesmo sem ver como me sustentava. – Contemple o Anjo da Morte! Vejo em você... Sim eu vejo. – ele começou a me rondar olhando de cima a baixo. – A vingança é forte em você, sinto a dor da traição, a raiva, o ódio. – cerrei os dentes nervosa em lembrar...

- Eu... Busco vingança! – disse de uma vez temendo sua reação.

- Vingança!? Não Mortal, és um sentimento baixo e perverso, mas eu gosto disso. – ele pegou meu colar e o admirou em sua mão que apenas tinha ossos. – Usaste meu colar sem saber o propósito...

- Qual? – ele o puxou com força e o fechou na mão. – Qual propósito?

- A justiça Evandra, peço-te que seja minha mão no mundo, seja a justiça que todos clamem... Quero um Carrasco, vejo em ti as qualidades para isso, mesmo que a traição a caminhe posso ver em ti, uma chama de Justiça. – ele me ofereceu novamente o colar. – Aceita ser minha voz entre os vivos?

     Minha mão se estendeu para pegar o colar, mas relutei-me com uma pergunta. – E se não aceitar? – tenho certeza que se pudesse ele sorriria enquanto apontava para cima.

- Será julgada. – ele falou sem pressa. – Mas o que lhe ofereço é para poucos, tu não queres? – ele ficou mais ereto ainda ganhando altura e me olhando com certo desprezo. – Creio eu que não é tola...

     Acenei com a cabeça concordando, ele tirou sua outra mão oculta no manto e nela em cada dedo e na palma uma energia negra fluía como fogo, ele a colocou sobre mim e com firmeza a pôs sobre meus cabelos. – Lhe presenteio com a força de mil homens, a habilidade de um mestre e a mente de um sábio, agora vá Evandra, se intitulará a Algoz Rainha das Lâminas, sua arma é sua armadura, sua força purifica, seu poder mata. – ele pareceu satisfeito enquanto se afastava com cautela, as sombras cobriram a figura esquelética e tudo ao redor, a luz acima pareceu desfocada enquanto sentia um calor confortante envolvendo-me pelos braços.
 



    Novamente tudo se tornara escuro, ouvia um ruído agudo permeando meus ouvidos tão alto que chegava doer no âmago de minha mente, um cheiro de rosas e lírios inundou meus sentidos, pelas pálpebras via a luz fraca do sol em vermelho vivo, mas algo a bloqueou, rangeres de madeira e um cheiro forte de peixe ocultou os lírios e rosas á pouco, mal abria os olhos, mas uma pequena espiada revelou-me uma embarcação possivelmente pesqueira negra com algumas cracas no casco, tudo estava embasado, pois estava lacrimejando e ainda um véu fino e macio me cobria toda, meu corpo começos a voltar de uma dormência enquanto mal mexia os olhos.

- Capitão! Olhe! – alguém gritou do navio, e segundos depois algo bateu ao lado do médio barco avermelhado que estava a me levar. Aquele mesmo ruído alto voltou trazendo a escuridão total, mas um alívio descomunal por ter voltado... Eu acho. Quando abri os olhos novamente já sentia que estava no navio pelo cessar do balanço no mar, silhuetas escuras se pontuavam pelos cantos, algo quente e macio tocou meu pescoço e para alivio meu senti a doce batida de um coração.

- Ela está viva marujos! – anunciou o capitão para a alegria da tripulação. – Vamos rápido para a cidade! – as silhuetas agitadas e escuras desapareceram e pude contemplar o Sol até tudo voltar ao escuro estático de antes.

     Acordei em fim, meus olhos estavam cobertos por um pano úmido, sentia faixas em meus braços e um cobertor macio sobre mim, me levantei como um vampiro de caixão erguendo apenas do tronco a cima. O pano caiu em meu colo e ficou em minha barriga, olhei ao redor, havia uma janela fechada a minha esquerda, paredes brancas e piso de madeira castanha, deitava a pouco numa cama alta e banca ainda marcada por meu corpo, vi estantes em volta cheias de objetos e coisas estranhas em potes e vasilhames pequenos. Enquanto vasculhava o lugar com os olhos vi um Basitin mediano e magro com vendas nos olhos e um jaleco sobre a camisa azul e uma calça branca que acabava nas patas enfaixadas.

- Você acordou que bom... – ele levantou-se da cadeira onde estava e foi até u baú vermelho ao lado de uma porta escura. – Vista isso, por favor. – ele puxou um vestido simples branco e um cinto de couro dourado e o estende a mim sem olhar. Ah e... Esqueci-me de perguntar, que tolo eu sou. – ele ruiu para si mesmo.
- Bom, você entende minha língua?  - ele sorriu pra mim e por impulso acenei que sim com minha cabeça. – Você acenou não foi? Huhum...

- Fui meio boba agora não é? – rimos um pouco e já respondido sua pergunta ele tirou a venda com habilidade. – Onde eu estou? – parei um instante para tentar me recordar, mas apenas me lembro de acordar no barco antes, e minha conversa com aquilo...

- Você está nas Ilhas Basitin, lhe encontramos a deriva no mar e um navio pesqueiro a resgatou, de qualquer forma seja bem vinda. – eu terminava de arrumar a túnica e afivelar o cinto enquanto arrumava os cabelos para trás e pude senti-los maiores do que antes... – Me chamo Terai, sou médico da Ilha há pouco tempo e bem... Olá.

– Eu sou Evandra a Rainha das Lâminas! – as palavras saíram de minha boca com tanta convicção, com tanta bravura e coragem que mal me reconhecia, mas algo parou, cessou e esfriou em mim.

- De onde é? – ele falou quase que automaticamente. – Se lembra de algo antes?

- Antes, o que aconteceu antes... Só me lembro do Anjo e eu nada mais... Será que nasci agora? – pensei comigo mesmo aflita. - Não, então o que aconteceu? Por que estou aqui? – comecei a perder-me em pensamentos profundos até que algo parou, tinha algo a fazer...

     Sentei-me pesarosamente e notei que ainda usava as botas negras e rubras que se estendiam até os joelhos onde uma lâmina em formato de diamante se projetava afiada acompanhando o movimento das pernas.

- Não conseguimos tira-las, foi estranho. – disse o basitin me ajudando a descer.

- Onde está minha armadura? – falei sem pensar. – Onde a levaram?

- Bom, está perto, só vamos com calma ta bom. – ele disse gentil e pude sentir um medo em sua voz.

- O que?! – falei séria fechando os punhos. – Eu a quero agora! – ele recuava com uma mão pedindo calma, foi à porta e deu duas batidas leves e logo dois guardas com lanças e armaduras douradas entraram em sincronia e logo caíram para trás com medo.

     Eles ficaram em posição de ataque, mas logo Terai interviu.

- Não, soldados, ela não é perigosa, só parece... – ele me olhou preocupado. – Levem-na até seus pertences tá bom? – os guardas acenaram para ele.

     Foi estanha a sensação que tive, ao escutá-lo falar parecia que tinha o que me arrisco a dizer, certeza de sua verdade...

     Logo me vi andando com um soldado a frente e outro atrás num corredor de pedra com janelas altas de largura mediana que deixavam uma luz calorosa entrar nas pedras frias por seus vidros brancos e azuis, tal visão me trouxe algo profundo, mas não sabia o que... Sabia que eles eram baixinhos, mas me sentia mais alta... E forte... E para meu medo, algo mais interno também mudou... Num instante senti algo estranho se revirar em mim, sentia um calor forte vindo de dentro de uma parede e pude sentir algo atrás dela e sabia que precisava daquilo.

- Venha moça, vamos leva-la até seus pertencer. – um dos guardas pegou meu braço para me desgrudar da parede e nesse instante ao ouvir sua voz aquela mesma certeza dominou meus sentidos, não sei como ou por que, mas senti sua mentira.

- Você mente! – eu gritei e pude me ouvir várias e várias vezes ecoando pelos corredores. – Vocês mentem! – cerrei os punhos, tamanha ira por algo tão simplório era o que me questionava, mas tinha tanta raiva guardada em mim que nem sabia de onde vinha.

     Aquela adrenalina vinha subindo por minhas costas e quando olhei para mim o metal que formava a ponta das botas se moldara em forma líquida e como se já soubesse manejá-la com maestria fiz uma adaga numa das mãos tão rápido que eles mal tiveram chance de se armarem sob minha investida. Segurei um deles pelo pescoço e o ergui no ar como se fosse um galho seco enquanto apontava a adaga próxima a garganta do outro que levantou as mãos em rendição.

- São mentirosos! Vermes corruptos! – joguei o que sufocava pela janela com tamanha força que o guarda a atravessou e só de olhar para fora vi que estávamos bem alto, o outro estremeceu por estar só. – Saia da minha frente! – falei e ele obedeceu sem hesitar enquanto eu o deixava no rumo da janela.

- Sua... Nós a salvamos! É assim que agradece? – a adaga se contorceu e voltou ao normal, vendo isso ele sacou sua espada e a apontou para mim que o olhava sem medo. – Agora você morre tola!

- Antes sugiro que salve seu amigo... – falei sorrindo de leve.

- Eei! Socorro! – o basitin gritava segurando no parapeito da janela com toda a força que tinha. – Alguém?

     Seu parceiro cerrava os dentes e correu para ajuda-lo largando a espada no chão e num simples desvio de olhares comecei a correr até virar no corredor único. Me deparei com três guardas que vinham conversando e rindo, um deles usava uma lança para apoiar-se mesmo que estivesse bem, os outros, como ele, usavam a mesma armadura dourada com uma viseira esquisita, resultado da padronização desse povo eu acho. Com um movimento ágil entrei por uma das portas a direita, e antes de fechá-la pude ver uma das janelas aberta entrando um vento frio de manhã ao canto de pássaros e a frente dela uma árvore crescia alta e robusta.

- Quem é você? – me virei com pressa, mas fiquei calma mesmo que vi pela primeira fez um keidran tigre, ele usava apenas uma calça cinza e uma coleira prateada no pescoço enquanto se sentava numa das camas meio manchada de sangue. – Meu mestre que te enviou? – ele disse aflito.

     Fiquei parada por segundos pensando em como proceder com algo que não conheço.

- Eu sou Eva. – ergui a mão para cumprimenta-lo para o meu próprio espanto. Ele ergueu a sua timidamente, tocar sua mão foi estranho, senti um arrepio tão frio que tremi.

     Meus olhos pareciam cegar-se pela luz que via apenas e depois comecei a ver flashes de cenas, cenas rápidas e turvas que iam e vinham sempre que olhava para um lado ou outro, quando parei e acalmei-me naquele tumulto pude ver que parecia estar vendo lembranças, não minhas, mas do keidran e quando ficavam lentas, acho eu, presenciava algo importante, vi sua casa numa montanha ensolarada, sua família, a escravidão, o barulho do chicote, senti seu medo, sua raiva, sua vinda pra as Ilhas e o rosto de seu mestre de olhar feroz e sanguinário.

- O qu... O que você fez? – ele disse assustado como se também tivesse visto o que vi... - Eu não sei... Só fiz... – me aproximo mais e o vejo recuar. – Não sei bem de onde vim, mas sei quem sou, e meu propósito... – me sentei ao lado dele mesmo que este ficasse acuado.

- Então... Pode me ajudar? – ele apontou a coleira e ver minha cara em duvida o fez falar. – Eu não aguento mais... Não aguento... – eu me levantei com energia e um sorriso no rosto.

- Tudo bem! Não sei o que fazer, mas prometo que vou te ajudar ta bom? – ele sorriu e antes de agradecer alguém abria a porta.

- E a quem vou agradecer? - ele falou baixo.

- A Rainha das Lâminas... - 

     Escondi-me atrás de um armário de ferro que ficava na diagonal entre duas paredes deixando um espaço considerável para que me escondesse.

- Você keidran, venha conosco, seu mestre o chama. – ouvi enquanto me encostava na parede, eu não conseguia ficar nervosa, pois algo em mim mudou, algo se tornou frio corajoso e implacável e isso me assustava...

     Escutei-os saindo e após alguns segundos depois da porta bater senti que podia sair, me aproximei da porta com pressa e a abri, estava determinada a encontrar minha armadura. Mas me deparei com os dois guardas que vi antes, arfando por terem me procurado tanto e me olhando com olhos de águia.

- Ali ela! – eles puxaram suas espadas afiadas enquanto corriam até mim, abaixei-me apoiando nos braços para dar um chute na barriga de cada um com tanta força que eles voaram até o outro lado do corredor, o que dá uns três metros.

     Usei meu próprio impulso para me levantar e antes deles peguei as duas espadas como um pássaro pega um peixe arisco, ambos estavam tonteados e assim aproveitei para pegar um par de algemas na cintura daquele que ainda exibia as marcas no pescoço, num golpe forte e rápido chutei a cara dos dois desmaiando-os quase saindo do chão, e com o barulho, vi pela janela soldados entrando no prédio, pensei um instante, e um plano surgiu.

     À esquerda o corredor fazia a curva ao qual vim e a direita uma porta de ferro reforçado mostrava o uso de chaves e possivelmente haveria guardas do outro lado, olhei a janela e ouvi um dos guardas acordando e com um soco rápido ele voltou a dormir. Usei a algema nas patas dos dois e segurando a corrente os arrastei até o parapeito onde vi um pequeno gancho onde tinha um lampião pendurado, peguei-o e o usei para emperrar a porta de ferro, voltei correndo até os dois guardas que estavam a beirada e os segurei pelas mãos, os ergui com facilidade sorrindo com tal capacidade e junto saltamos, fiz a corrente se prender no gancho e segurando nas mãos deles perdi distância até o chão, saltei com suavidade ciando com força na terra e a rachando um pouco, estava entre duas fileiras de flores altas e azuis que tinham um cheiro bom e doce, olhei para trás apenas uma vez enquanto ouvia os guardas tentando abrir a porta que fechei.

     Suspirei fundo fechando os olhos e apreciando o calor bom do Sol, ele me confortava de uma maneira que nunca senti, e quanto abri os olhos vi um rastro vermelho como sangue pairando baixo se estendendo pela praça verdejante cheia de árvores e flores lindas, os camponeses passavam por ela sem mesmo a notarem o que me levou a pensar que só eu a via, aquela fumaça começava a dispersar-se e sem perder mais tempo comecei a segui-la cuidando para que não me delatasse.


Última edição por Tulyan em Qui Maio 21 2015, 16:45, editado 1 vez(es)

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por Gamesmenezes em Qui Maio 21 2015, 15:02

(Post antes de ler a fic) Pera ai, pera ai, pera ai! Você mudou o título da fic ou sempre foi "A Rainha das Lâminas"?

Esse título é o mesmo de Sarah Kerrigan da franquia StarCraft. Ela é conhecida assim desde 1998 quando assim foi nomeada no StaCraft 1, claro que naquela época o título era em inglês, "Queen of the Blades"

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por Tulyan em Qui Maio 21 2015, 15:20

( se lembra q eu te perguntei se seria plágio pegar um titulo de alguém e talz, vc disse q n caso o personagem n influenciasse e talz dai eu coloquei Very Happy )

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por Gamesmenezes em Qui Maio 21 2015, 15:24

(Lembro vagamente, mas diz ai, eu to maluco ou o título era outro? Lembro q era algo como "A Rainha de Rubro" ou "A Rainha Umbra", sei la, não lembro.)

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por Tulyan em Qui Maio 21 2015, 16:10

( era Rainha Vermelha, mas eu deixei assim se n ficava na cara saka... mas as tretas vão ficar muito colossalmente gigantes vcs vão ver... )

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

Mensagem por OtakuCraft em Qui Maio 21 2015, 16:26

(Acho que era A Rainha Vermelha ou algo do tipo. :v)

Ação, planos, porradaria, "Pra que agredir?", ódio, keidrans, "Não tem necessidade disso.", basitins pendurados em janelas, tudo adicionado de um momento para o outro, wow.

Mas o que eles queriam fazer com ela? Escraviza-la ou algo do tipo? '-'

Vamo ver. :v

Depois de postar:(Acertei!)

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Re: A Rainha das Lâminas - Capítulo - 4 - Primeiro Suspiro

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