Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

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Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

Mensagem por Tulyan em Sex Jun 12 2015, 15:39

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Rondava os camponeses e trabalhadores que mal me olhavam, o frio da manhã castigava meu rosto veloz como navalhas, minhas botas negras pisoteavam o cascalho entre as pedras lisas de trilhas longas e largas onde muitos basitins assavam curiosos por minha aparência peculiar, talvez...

     Por um instante parei entre uma árvore alta e frondosa e um banco de madeira pequeno meio gasto com um pensamento vago, olhei para minhas mãos brancas e me perguntava o que fazia ali, por que memórias vagas de cenas borradas foram tudo que me restou? Por que estou tão dedicada a recuperar aquela armadura... E afinal o que ela é?

- Ei você! – um soldado vinha até mim, suas longas orelhas se curvavam mostrando uma possível agressividade. – Quem é você? – saber que ele não me reconheceu foi um alivio, este que queria manter ao meu favor.

- Senhora! Não me ouviu? Quem é. – ele se aproximou mais e tocou meu ombro com firmeza. O toque me trouxe uma lembrança, não dele, mas minha, vi um homem de olhos esmeralda acariciando meu ombro e deitando seu queixo sobre ele, ela um toque gentil e suave, sem motivo olhei para um espelho comprido de bordas douradas que me mostravam por completo isso eu tinha certeza, estava sentada numa caba e meus olhos sangravam. Não sei bem por que, ou muito menos como, mas uma ira tão forte e cruel me dominou e com um giro dei um soco na cara do soldado que pela minha estupenda força voou alguns metros e desmaiou sentado debaixo da árvore.

     Eu corri até ele meio envergonhada e aflita com a atenção que chamei, seu elmo havia amassado então eu o tirei, o pêlo cinza se manchava de sangue que escorria das narinas e do corte na bochecha. Pus a palma da mão por dentro do elmo e sem dificuldade arrumei o aço basitin sem problemas e o recoloquei em seu lugar, nada que um capricho não fizesse o soldado aparentar estar apenas dormindo ali.

- Soldados, me ajudem! – alguém gritou longe vi apenas um jovem alertando uma tropa de guardas que vinham numa dezena contornando a esquina entre duas casas de dois andares de madeira avermelhada.

     Não era como antes, uma adrenalina controlava-me de tal forma que frio, fadiga ou cansaço inexistiam, sentia a força nas pernas o movimento dos braços e o cabelo esvoaçando pela alta velocidade. Aquele peculiar rastro vermelho que seguia pairava até um castelo grande e bonito que tinha até uma ponte e torres de vários tamanhos, mal notei a quantidade de soldados que lá guardavam e com os que já me seguiam estava cercada, mas sorria para mim mesma, por não sentir medo algum...

     Mas algo chamou minha atenção, dentre as filas que me rodeavam um deles era maior e mais musculoso e pela armadura diferenciada presumi que era alguém importante, ele veio calmo com as mãos brandas pedindo a mesma reação.

- Moça, você me entende? – ele perguntou se aproximando devagar com extrema cautela.

- Me devolva... – falei sem pensar. – Vocês me roubaram! – fechei os punhos e ai notei que nenhum guarda havia sequer entrado em posição de ataque, então me capturar era o objetivo e para isso viriam...

     Virei-me a tempo de ver três soldados correndo com tudo em meu rumo e por pura reação corri para eles os desafiando, mas apenas recuaram entre seus parceiros. Olhava então o basitin enorme me rondando enquanto andávamos polares no circulo de armaduras e cochichos sorridentes.

- Você prefere o jeito fácil, ou o difícil? – ele me perguntou começando a tirar a pesada armadura do peito e dos braços.

- O jeito mais difícil. – ele pareceu surpreso e sorrio com o desafio.

- Que é? – o soldado tirou a armadura mostrando o corpo forte e definido.

- Este. –rasguei a borda do vestido branco e as mangas longas e... Isso pareceu afetá-lo de alguma forma.

     Comecei o ataque que ele nem desviou, apenas cruzou os braços nas costas e esperou, um erro. O golpe direto foi tão forte que ele cambaleou e os sorrisos dos guardas desapareceram.

- Ora, você é forte, mas eu vou pegar leve com uma mulher. – ele tentou me agarrar, mas esquivei e soquei suas costelas duas vezes sorrindo com minhas capacidades. – Bastante esguia, vou gostar disso. – ele girou com o punho me acertando com a mão pesada.

     Cai no chão de lado e sem dar chances de me levantar ele segurou um de meus braços e o colocou para trás. – Desista moça, vai ser mais fácil. – vendo minha teimosia ele bufou e aplicou uma chave de braço bem feita em mim, mas não me arrancou um murmúrio sequer.

- Desistir? – disse séria empurrando suas patas de cima e me virando devagar. – Quem você... – com uma força que desconhecia o ergui no ar o espantando. – Quem acha que eu sou!?

     O derrubei com tudo no chão de pedra do inicio da ponte rachando-a em pequenos lugares, arfava de cansaço o vendo se levantar gargalhando.

- É a primeira a escapar do meu golpe. – ele se curvou gentilmente. – Sou o General das Armas basitin e está certa... Informaram-me apenas que é uma fugitiva, não seu nome.

- Sou a Rainha das Lâminas. - acenei com a cabeça cordialmente. - E está errado se acham que sou uma fugitiva.

- E o que faz correndo de meus soldados? – ele recolocava sua armadura que a pouco estava escorada no médio muro de pedra.

- Estou atrás de MINHA armadura! – falei firme. – Vocês a roubaram!

- Não sabia disso... Se bem que vi algo estranho sendo guardado no arsenal, uma armadura negra e se me lembro faltam as botas.

     Levantei um pouco a barra das saias e lhe mostrei os coturnos negros como se os apresentasse. – É minha armadura, eu quero de volta!

- É complicado agora, você foi intitulada uma criminosa e assim a armadura se torna um bem confiscado.

- Então eu vou pegá-la a força, nem que tenha que derrotar um exército. – andei pela ponte indo aos portões enormes com ele a frente, mas ele não se afastou.

- Gosto do seu espírito, mas não posso deixar. – rangi os dentes retornando a ira de antes, como uma flecha estapeei seu ouvido direito e com o giro chutei suas pernas lhe derrubando, no chão eu segurei seus punhos rivalizando a sua tremenda força.

- Não pedi sua permissão! – sem poder esmurra-lo com a vontade que tinha decidi cabecear sua cara e isso fez sangue escorrer, ele tentava usar as pernas para livrar-se de mim e acho que sem intenção suas garras rasgaram minhas costas trazendo uma cascata rubra em meio ao tecido branco. Mesmo que não expressasse minha dor, o general fez uma cara preocupada quase se desculpando.

     Soldados interviram agarrando meus braços que estava ardendo de raiva, o basitin se levantou rápido enquanto eu o olhava severa. Aqueles que me prendiam foram arremessados por mim quando balancei os braços como quando se espanta moscas, corri rumo ao general e o chutei, mas ele segurou meu pé e virou o rosto para que não visse... Entendi...

     Num tom cruel e sério disse. – Estou coberta se isso o preocupa. – ele pareceu aliviar-se e nesse instante aproveitei e girei batendo o calcanhar da bota, com tinha uma lâmina em prontidão cortei seu peito e naquela louca adrenalina segurei sua mão e com a outra esmurrava sua barrida finalizando a saraivada de socos seguintes que estralavam como coices, dei um belo tapão no ouvido direito novamente lhe tirando a coordenação. Ele tentou livrar-se de minha sequência que viria, mas eu agarrei sua longa orelha lhe arrancando dor, então esmurrei seu peito e parti para algo mais doloroso, as costela receberam golpes repetidos e a cada um, mais velocidade e força se adicionava com minha fúria crescente que foram o suficiente para que ele recuasse até o muro. Saltei agarrando seu rosto e o afundando na rocha maciça que se partiu como madeira podre, ele ainda se mantinha consciente, mas os golpes no ouvido o desnortearam bem, agarrei seu pescoço com as duas mãos, meus cabelos ruivos caiam pelo meu rosto que mal pingava de suor e quando um soldado veio intervir o chutei sem ao menos olhar, apenas deduzindo pelo som e senti sua queda longa entre seus companheiros já abalados, mas quando vi o que fazia parei o estrangulamento. O general tossia massageando a jugular, mas logo sua cara de raiva sorriu.

- Foi uma bela batalha. – ele se levantou com cuidado com apenas alguns hematomas, mas segurando um dos ombros. – Fui displicente ao te julgar fraca, admito a derrota, acho que até ganhou meu respeito.

     Eu concordei com um aceno mútuo como se tudo não passasse de uma disputa enquanto fadigava e via a linha de sangue abaixo e atrás de mim.

- Me desculpe por isso. – eu o olhei mandar os guardas de volta aos seus postos enquanto cai exausta usando o braço direito para tentar me erguer. – Moça! – ele veio preocupado, mas não sabia como proceder. – Posso? – o general parecia indeciso se poderia me tocar por sua expressão.

- Tá! Tá! – falei cansada enquanto ele passava os braços por minhas pernas e por minhas costas me levantando sem dificuldade e caminhando para o castelo enorme.

- Vai me levar pra prisão? – perguntei a ele o fazendo me olhar e sorrir.

- Eu tenho respeito por você, por sua força, então acho que posso te ajudar. – sorri timidamente por minha situação, mas logo fiquei nervosa com uma ideia.

- Se isso for uma mentira... – falei me debatendo para que me soltasse, quase me esquecendo de meu dom então queria arrancar uma fala dele para que pudesse saber, confirmar como tanto queria.

- Lhe prometo que não. – senti aquela doce sensação de verdade que sempre me acalmará com o calor do sol.

     Fui atrás dele e saltei em suas costas e ele segurou minhas pernas tomando cuidado com as lâminas curvas que se projetavam protegendo os joelhos, ainda também mantinhas minhas costas doloridas longe de toques, pois ainda pingava em vermelho vivo.

     Entendi seus motivos, mas custava entender como, claro que era um general e, aliás, um formidável general e se existe um existe mais e talvez um superior e estes me preocupavam.

     Entramos por portões altos e cinzas bem decorados e polidos onde fileiras de soldados se alinhavam por entre os pilares brancos e altos, havia dezenas de portal pequenas, altas u duplas de tal forma.

- Vou deixa-la na enfermaria certo? – ele olhou-me pelo ombro com um olhar de indecisão.

- Antes eu te dou outra surra. – falei meio séria, mas com um pequeno sorriso.

- Ta! Calma, foi apenas uma sugestão... – ele mudou o caminho da esquerda para a direita onde tapetes brancos davam lugar a vermelhos de bordas cinzas que iam por vários corredores altos de janelas longas e brancas junto a jarros, quadro, esculturas e empregados em reverência com seus trajes preto e branco impecáveis, mas andavam descalços, apenas com aqueles panos sobre as patas que não adiantavam de nada, que povo estranho...

- General? O que faz com essa humana? – alguém disse o fazendo bater os calcanhares e de viram engolindo seco.

     Pela voz sabia que era mulher, mas ver aquela basitin alta com um vestido vermelho e justo sob uma armadura acinzentada abaixo de cabelos castanhos que se esbranquiçavam nas pontas, ela me surpreendeu, e muito mais depois que ele se ajoelhou a ela me soltando de imediato como se fosse automático.

- É inteligente se ajoelhar na minha presença. – eu a vi erguendo o queixo com uma dúvida no olhar.

- Não dá, espancar esse aqui me deu uma dor no quadril. – coloque uma mão na cintura e a outra sobre a cabeça do General que relutava em deixa-la ali. Ele me olhava sério com um olhar que clamava para que parasse tão desesperadamente que só me motivou.

- Eu sou a Rainha do Oriente Basitin, Adelaide, humana e você... É? – eu alternei os olhares entre eles e vi a diferença de luz deprimente do general à esplendorosa da tal rainha.

- Ora! – sorri a encarando bem. – Sou Evandra a Rainha das Lâminas. – ela pareceu se espantar e começou a estranhar algo.

- E onde está suas lâminas então? – ela sorriu em desafio, esse jogo eu sei jogar.

- Vocês roubaram de mim. – ela pediu com um gesto para que o basitin ao meu lado se levantasse.

- Meu General de Inteligência o confiscou para pesquisa, é de um material que nunca vimos, surpreendente. – cruzei os braços no peito com raiva.

- Roubo é roubo Adelaide, crime é crime, me devolva o que é meu e eu vou embora sem mais problemas. – ela sorriu andando até o meu lado.

- Evandra, como disse apenas estamos estudando sua armadura, seria excelente se tivéssemos mais tempo. – me virei para encará-la com um olhar sério que ela respondeu com um riso baixo. – Mas é seu então vamos, eu vou devolvê-lo a ti sem problemas...

     Ela ficou a minha esquerda me olhando de cima a baixo e quando viu minhas costas perguntou.

- Está sangrando, quer um médico ou algo do tipo? – a olhei branda respirando fundo e passando a mão nos cortes e olhando os meus dedos manchados.

- Seria bom, a não ser que vocês gostem de um castelo ensanguentado... – ela estalou os dedos chamando a atenção do General.

- Traga alguns e se cuide também. – a rainha me olhou cruzando os braços. – Quem diria que uma forasteira faria isso com você... – Adelaide se virou rápido esvoaçando os cabelos e a capa vermelha ao ar gelado que vinha das janelas ensolaradas. – Venha Rainha das Lâminas. – a basitin disse enfatizante abrindo uma porta dupla de madeira branca de maçanetas e fechaduras douradas como o ouro que decorava sua própria armadura.

     A segui olhando o General sumir pelos corredores enquanto duas duplas de passos ecoavam por todo canto. Quadros de velhos e velhas basitins se pontuavam pela parede avermelhada do salão ao qual entramos, uma grande lareira de tijolos brancos cercados por sofás e poltronas negras ardia iluminando um trio de mesas de centro, não havia muitas janelas e um tapete branco enorme se estendia a todo canto e por todo seu corpo um desenho incrível se espalhava contando algum tipo de cena épica em dourado e vermelho cintilantes. A rinha pegou uma garrafa de vidro de uma das mesas parecida com um jarro, era bem decorado com vidro em relevo e sua tampa era de encaixe onde um líquido castanho avermelhado era remexido por ela num movimento circulatório.

- Aceita conhaque? É bom pra desestressar. – ela arrastou dois copos de vidro de fundo expeço com a ponta dos dedos e os preencheu com a bebida e arrastou um para mim enquanto me sentava numa poltrona negra e confortável de braços robustos e macios.

     Peguei o copo e olho o líquido uns instantes, quando ia toma-lo olhando sempre a basitin alguém bateu a porta.

- Com licença rainha, viemos cuidar da humana... – um médico apenas entrou, fiquei surpresa por não ser Terai que consultei antes, era mais velho e já usava aquelas coisas na cara.

- Tudo bem, eu vou me retirar. – ela falou se levantando.

- Pra que? É apenas sangue. – disse tirando o vestido detonado e coberto de vermelho enquanto ela colocava mão a frente do rosto fechando os olhos com força.

    O basitin estava com as orelhas trêmulas e nervosa por aquilo puxei os panos em seu rosto com força o assustando, a rainha estava pasma, mas vi no fundo de seu olhar um certo sorriso. Virei minhas costas ao médico retirando a parte de cima inteira do vestido. – Faça logo, sem perda de tempo. – ele me tocava de leve, surpreso e indeciso, ele olhava para Adelaide que permitiu com um aceno, enquanto ele limpava os ferimentos e os enfaixavam olhava ao redor com um braço segundo meus peitos e o outro mantendo meus cabelos caídos de um lado.

- De onde você é Evandra? – a basitin chamou conversa sentando-se novamente na poltrona branca que estava.

- Eu não sei bem, memórias são apenas cenas vagas e embaçadas sem sentido algum, mas tenho certeza que preciso de minha armadura para algo importante. – vi uma chama de empolgação nos olhos dela enquanto cruzava as pernas.

     Alguém entrou a porta atrás de mim, pelo som eram três passos e sentia uma presença conhecida eu diria, mas nem olhei apenas esperei que falassem.

- Rainha Adelaide, viemos assim que pudemos, chamei os outros generais. – um sorriso se abriu em meu rosto enquanto fechava os olhos e tomando um pouco de conhaque deixando meus cabelos soltos um instante.


Última edição por Tulyan em Sex Jun 12 2015, 17:53, editado 2 vez(es)

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

Mensagem por OtakuCraft em Sex Jun 12 2015, 17:00

Nha, só um pouco de sangue, carne rasgada, possibilidades de infecção e até a possibilidade de morte por hemorragia ou algo pior. Nada de mais.

E duvido que ficará amigável a cena, já que é basicamente uma criminosa. Não só isso, ela prometeu ajudar aquele escravo do capítulo passado... ei, o que são essas porcentagens nos capítulos anteriores? '-'

Enfim, ta ficando bão! ^^

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

Mensagem por Tulyan em Sex Jun 12 2015, 17:55

As porcentagens são... pera q porcentagens 

Eita Giovanna Tk! Macabro isso aque...
Enfim muito obrigado e te digo, vai rolar tretas absurdas...

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

Mensagem por Gamesmenezes em Qua Jul 08 2015, 19:29

Finalmente, tempo para ler o capítulo todo. Em fim, altas tretas :v. Ta muito irado.

pelo que percebi essa fic se passa antes da saga basitin do TK, certo?

Toda vez que Evandra se proclama "A Rainha das Laminas" eu troco ela em minha mente pela Kerrigan XD. Ou seja, em boa parte das cenas eu pensei na Evandra como a Kerrigan XD.

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 5 - O Forte General.

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