SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

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SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Giovana TK em Seg Jul 27 2015, 22:40

-Enaria? Enaria! Acorda logo!

Digger chamava meu nome e me sacudia os ombros. Não me lembrava de como havíamos chegado à uma cela de prisão, nem como escaparíamos da mesma. Tudo o que sei é que Katney e Shara não estavam conosco e pela luz fraca que entrava pela janela, com barras de aço, estivemos apagados por pelo menos três horas. Era o início da aurora.

- Ta certo, Digs, já tô acordada. - digo ao raposo  enquanto me sento. - Sabe onde estão Shara e Kat?

- Enaria! Estamos aqui! - pude identificar a voz de Katney, porém não a via em lugar algum. - O que que tá rolando e quantas pessoas temos que matar hoje?* - a lobinha soava irritada.

- Calada Kat, não vamos matar ninguém se eles acabarem com a gente antes. - era Shara. ''Ao menos elas estão bem'' pensei comigo mesma.

Analisei a cela em que eu e Digger estávamos trancados. Paredes fortes, uma janela na parede do fundo dava para um penhasco, o que me fez pensar que ainda estávamos em Heywood, já que o forte foi fundado na beirada de um precipício. Havia outra janela, bem menor e com as mesmas barras metálicas, acoplada à porta da cela, mas esta estava fechada pelo lado de fora, de modo que não pudéssemos abri-la por dentro.

- Psh! - Digger me chamou a atenção. - Tem alguém vindo! - sussurrou ele, de orelhas atentas.

Nos afastamos da enorme porta de madeira revestida. Assim que o fizemos, um lobo castanho-areia de olhos azuis e vestes negras abre a porta. 

- Ótimo. Estão acordados. - começou o estranho. - A chefia quer falar com você, loba, especificamente você! - esclareceu ele antes que Digger pudesse dar um passo à frente.

Olhei pro meu amigo e fiz um sinal com a cabeça, dizendo que estava tudo bem. Ele se sentou no único banco existente no recinto e me lançou uma advertência com o olhar. ''Cuidado''.

***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   

Com os pulsos amarrados e totalmente revistada, o lobo me conduziu por vários corredores nas masmorras e subimos uma escadaria esculpida na rocha, que foi terminar em um enorme hall, de tapete de veludo azul-escuro e piso de granito impecavelmente lapidado e polido. Nesse salão haviam estandartes mostrando uma cabeça de lobo ártico, de perfil, e de contraste com as cores azul e brancas dos tecidos, tochas encantadas com chamas púrpura brilhavam em pilares ao longo da enorme sala. Vitrais mostravam imagens em azul e amarelo, várias representações de magia que eu nunca havia imaginado existir estavam gravadas nos mosaicos de vidro.

No final do hall, havia um trono banhado em ouro e bronze, no qual se sentava um sujeito familiar aos meus olhos. Ele trajava uma vistosa capa vermelho sangue com detalhes em dourado, calças negras. Seu rosto estava parcialmente encoberto por um capuz extravagante, com espaços para suas orelhas. 

As orelhas.... Uma cicatriz de uma velha lembrança. Uma cicatriz na orelha direita.

- CLOVIS! Seu filho de uma- fui bruscamente interrompida pelo guarda antes que pudesse terminar minha fala agressiva. - Por que está fazendo isso?! - rosnei.

- Ah, olá Enaria. - ele disse num tom formal e calmo, mas deixava aquele velho sarcasmo escapar em sua voz. - Muito melhor do que aquele moleque que encontrou no mercado, não? - ele gesticulou indicando todo o ambiente a sua volta. - Bem vinda ao meu humilde lar, a nova base da Guilda de Magia Negra. Gostou do que fiz na decoração?

- Cala essa boca. - a esse ponto eu quase lati. - Esse castelo não pertence a você! Onde estão os basitins?!

- Hah, você invade minha casa, incapacita um de meus homens, e ainda pensa que pode me dar ordens? - ele falou enquanto entrelaçava os dedos sobre seu rosto. - Quanto aos basitins, bem... - ele entende o braço para a sua esquerda, num gesto casual, indicando uma pilha de capacetes, peças de armaduras e várias espadas de lâmina dupla, características do Reino Basidiano.

- Belos espólios de uma batalha, não acha? - Clovis sorria de maneira demoníaca. - Se quer saber sim, houveram sobreviventes, infelizmente,  não há nada que possa fazer. Mas eu formalmente convido você e seus amigos para um jantar. 

- Ah, quanta hospitalidade. - digo sarcásticamente. - Tenho certeza de que todos aceitarão seu convite. - ameaço ele, o fitando nos olhos.

- Claro que aceitarão. - responde o lobo branco. - Mas temo que vocês estejam com as vestimentas erradas para tal ocasião. - diz ele com um sorriso maligno se formando no canto de sua boca.

***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   ***   

Já na noite seguinte, saí do vestiário feminino, e me juntei a Katney e Shara. Ao que parecia, Digger não estava pronto.

- Eu vou MATAR aquele bastardo! - praguejei furiosa. 

Quando Clovis disse que estávamos com as vestimentas inadequadas para o suposto jantar, eu devia ter adivinhado que ele planejava algo desde o início. Agora eu e Shara estávamos trajando roupas de serventes absurdamente curtas para o clima de tundra de Heywood. Eram aqueles infames aventais em preto e branco que as empregadas dos nobres usavam em sinal de submissão. Katney estava usando um vestido azul-marinho com um avental branco longo, e era notável o incômodo dela com tais roupas. Eu estava decidida a não deixar aquele maldito lobo sair impune desse vez.

- Sabe... Podia ser pior. - Shara disse conforme ela analisava as algemas supressoras dos tornozelos. Elas permitiriam que nos locomovêssemos pelos corredores, podendo limpar móveis e preparar comida na cozinha, porém sem acesso a certos cômodos de Heywood. - Pelo menos poderemos explorar o castelo, talvez descobrir alguma coisa. - sugeriu a tigresa.

- Ela tá certa Enar, - Katney concorda. - Mas no entanto.... tenho uma última pergunta antes de entrarmos na sala de jantar. - diz ela com o seu tão conhecido 'olhar endiabrado'.

- E qual seria essa pergunta? - indago curiosa.

-Antes de você matar o ''Príncipe Macumbeiro''.... posso chutar o traseiro dele? 

***   ***   ***    ***   ***   ***   ***   ***   ***

Ao que parecia, toda a Guilda de Magia Negra estava convidada para o evento de reunião. No total, contei doze membros enquanto espiava pela cortina da cozinha. Só haviam homens, nenhuma surpresa já que o anfitrião certamente tinha aversão à mulheres. Todos vestidos com túnicas negras, exceto o príncipe, que usava sua vistosa capa vermelha. Cada um tomou seu devido lugar à mesa, um comprido móvel de madeira lustrada, com moedas de ouro espalhadas e vários objetos decorativos no centro. Visto que seus convidados estavam acomodados, Clovis toca um minúsculo sino que anunciava o início da refeição.

Me volto para Kat, que já segurava a bandeja de entradas. Aceno usando o mesmo jogo de sinais que criamos no navio, indicando que ela já podia entrar no salão de jantar.  Ao fazê-lo, ela ficaria em volta da mesa, fingindo estar esperando ordens quando na verdade escutaria a conversa dos magos. A primeira fase do plano consistia em conseguir informações sobre os basitins sobreviventes.
Eu ficaria na cozinha, sinalizando quando necessário, para que os pratos fossem trocados. Pelo menos, essa era minha função aos olhos de Clovis, como Assassina porém, eu deveria avisar Digger e Shara o momento certo para efetuar a segunda fase do nosso plano. Eles supostamente estavam já posicionados na masmorra leste, onde havia uma janela de frente para o telhado da Torre Principal, que era onde eu, Kat, o os magos estávamos. 

- Agora que já estão servidos os quitutes, por que não vai alimentar nossos 'cães', empregada? - Era Clovis, ordenando que Katney se retirasse para outra tarefa ser feita. Ele continuou a dar instruções até que a jovem loba passa pelas cortinas e nos afastamos até o corredor,  para que não ouçam nossa conversa.

- Ele mantém os basitins na ala sul do castelo. Uma escadaria, depois a adega e o depósito, e então as masmorras ocultas. - ela me informou. -Envie o sinal para Digger e Shara assim que eu servir o prato principal. Aí poderemos agir. 

- Certo. Aqui, pegue essas travessas e finja que nem me viu. - Entrego as bandejas prateadas para ela, tomando cuidado para não derrubar nada. - Pronto, agora vá.

Ela volta para o salão e eu corro em direção ao alçapão da cozinha. Abro a porta pro telhado e avisto Digger pela janela da outra torre. Comunico a eles a direção que devem tomar e ambos correm para longe do meu campo de visão, adentrando na torre leste. Salto pra cima do telhado e espero pelo retorno de Katney. Logo após um pequeno intervalo de tempo, ela aparece na cozinha procurando por mim e eu a puxo para cima.

-Ótimo, eles já devem estar posicionados. Trouxe a coisa? - pergunto à Kat, que me responde com um brilho maquiavélico no olhar.

- É claro que eu trouxe a coisa! Finalmente vou poder usar! - exclama a lobinha abanando a cauda e tirando algo do bolso do avental. ''A coisa'', se tratava de um dispositivo de escalada, o qual continha uma corda retrátil e um gancho quádruplo na ponta. Katney passou dias aprimorando a ferramenta durante a viajem à cavalo, agora ela estava habilitada a lançar pequenas balas explosivas à certa distância.

- Faça as honras, pirralha endiabrada. - digo sorrindo e ela me lança uma advertência mortalmente séria.

- Não me chame assim, Enar. - diz ela, estreitando os olhos.

- Neh, esse título é bem digno. - dou de ombros enquanto ela aponta o gancho para a torre sul. A corda é disparada sem fazer um ruído sequer e as garras metálicas se cravam na pedra. Katney então aperta um segundo botão no cabo do dispositivo e abre um buraco da parede da ala sul, o que faz o pelo da minha nuca se eriçar.

- Você ta maluca?! - abaixo as orelhas ao escutar sinos de alarme vindos do pátio central. Esfrego o rosto sem acreditar. - Que seja, precisamos agir agora!

Tiro do bolso o gancho de tirolesa enquanto Kat lança o gancho novamente, para que pudéssemos fazer a travessia. Passamos sem maiores problemas sobre o pátio e pousamos silenciosamente na ala sul, onde Digger e Shara nos aguardavam já com nossos pertences. Novamente com os uniformes e armas, nos deslocamos em fila, colados à parede interna da torre e sem fazer um barulho sequer. O sino de alarme havia cessado de maneira sinistra e repentina, fazendo com que fosse possível sentir a tensão formada pelo grupo, olhando pelas janelas na parede externa em busca de qualquer sinal de ameaças.

Passamos pela adega, e depois pelo armazém, como Katney havia descrito. A porta para as masmorras estava no final de um extenso corredor, apenas iluminado por tochas comuns, sem janelas e paredes úmidas de rocha natural. Shara pegou as boleadeiras do bolso de seu robe de cor pérola e as arremessou no meio da passagem. Como era de se esperar, as paredes emitiram estalos e uma saraivada de agulhas negras saíram de minúsculas fendas na pedra, se estilhaçando no outro lado ao se chocarem contra a parede oposta.

- Woah... - Digger observava com uma curiosidade vulpina, analisando cada detalhe do corredor. - Se essa era a armadilha do lado DE FORA da masmorra....
- Não sei se quero saber o que nos aguarda lá dentro. - digo fitando a porta de madeira negra, já cogitando se foi uma boa estratégia no final das contas. Entrar assim, todos de uma vez, poderia ser imprudente caso estivermos em desvantagem. 

- De qualquer maneira, não temos a opção de deixá-los. - os olhos amarelos da tigresa prateada se fixaram nos meus, quase como um aviso. - Não permitirei que Chris perca mais ninguém. Eu jurei pelos meus amigos, lembra? Não vou deixar que nada aconteça a eles.

Aceno com a cabeça em concordância. Ela havia perdido muitos companheiros queridos anos atrás. Agora, o irmão mais novo do melhor amigo dela estava sendo contido naquela cela por tempo indeterminado e possivelmente sendo obrigado a enviar cartas falsas para a Ilha Basidiana, assim não haveriam suspeitas quanto à falta de relatórios. Em questão, isso me lembrou de que no dia em que nos formamos na Ordem, Christopher Fairstep possuía uma pergaminho vindo de Heywood, a Unidade Basidiana do Extremo Norte, o que significa que o seu irmão e escrivão oficial, James Fairstep, conseguira mandar um pedido de socorros para a Ilha. Ele havia nos avisado que estava em perigo, era só uma questão de tempo para que Clovis descobrisse essa falha e ordenasse a execussão de James. 

- Estamos de acordo. -  disse eu enfim. E após uma troca de olhares, a Ordem Alvorada de Prata seguiu pelo corredor, sem maiores infortúnios, até chegarem à grande porta de pinheiro e estendendo minha pata de cor negra, a abro vagarosamente.

As masmorras ocultas eram maiores que as celas nas quais eu e meus amigos éramos mantidos. Haviam sete celas no total, duas em cada parede lateral, e três na parede oposta à entrada onde estávamos. Dois grandes pilares de pedra esculpida se erguiam para o teto, onde se expandiam em arcos, e depois em vigas de madeira. Nada parecia fora do normal, para uma sala de prisão.

Subitamente, Shara avança para frente, apressando o passo de modo preocupante para quem deseja fazer silêncio. Só então reparo na direção em que ela olhava, e então avisto vultos pequenos em duas das celas centrais, os basitins sobreviventes. Faço menção de segui-la, porém um forte impulso me faz parar e olhar em direção dos pilares. Ouço Katney, não muito atrás de mim, soltar um rosnado enervante, o que confirma minhas suspeitas.

No momento em que Shara atinge o meio da sala, duas figuras saem de trás dos dois pilares e barram a passagem de minha amiga felina. Ambos eram lobos castanhos, de robes negros e de uma idade próxima à minha. Não portavam armas aparentes, apenas um olhar fixo, direto e ameaçador. 
Conforme eles saíam das sobras com passos leves, eu pude diferenciá-los aos poucos. O lobo da direta possuía uma tonalidade de pelo mais claro que o da esquerda. Já este, eu reparei nos olhos de cores distintas, não como os olhos de Katney, nos quais o azul e o castanho não influenciavam a naturalidade dela.  O olho direito daquele jovem era prateado. Como o pelo de Shara.

Os dois estranhos pararam à nossa frente em uma sincronia assustadora. O rapaz de pelos castanho-claros deu um passo à frente e disse apenas:

- Quais seriam os seus motivos para enfrentarem, assim de tão boa vontade, os Irmãos Magi?

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Giovana TK em Ter Jul 28 2015, 16:32

Agora que olhei no formato de post... Essa bagaça ta enorme :v

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por OtakuCraft em Ter Jul 28 2015, 16:48

Nãaaaaaaaao! Num pode! Cê!

Eles já trabalharam para esses macumbeiros tarados? (Se bem que de vez em quando sou macumbeiro tara-)

Mas eles não vão conseguir fazer muita coisa, atrasa-los talvez, mas não acho que consigam derrotar o grupo. :/

Fiquei muito ansioso pra ver minha Natani divando. Aguardo. ^^

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Giovana TK em Ter Jul 28 2015, 18:12

Suponho que não tenhas lido The Dragon Masquerade? XD 

Bem, se quiser eu explico os básicos pra não ter spoilers depois ^^" 

E muito obrigada Otaku! Fico pensando se você foi o único que leu dessa vez, já que o tamanho do cap ficou meio intimidador >.<"

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por OtakuCraft em Ter Jul 28 2015, 20:24

Na noite que postou eu tava com preguiça de ler, então deixei pra hoje. -.-

E é... não li o TDM, então esses macumbeiros não são criação sua e sim do Tom? '-'
Tenho que encontrar o tdm na interwebs pirate like Gi -.-'

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Gamesmenezes em Ter Jul 28 2015, 22:34

Nossa, que capítulo. Eu pessoalmente não gosto de colocar aparições de personagens da história original nas minhas fics, mas gosto muito quando outros escritores o fazem.

       Do jeito que tu falou do Clovis eu acabei pensando nele falando: "E nasci de cesária pra passar longe!" E é claro, outro fator que me influenciou ainda mais a pensar nisso é que o nome dele lembra Clodovil. XD

       Espero ansiosamente pelo próximo capítulo.

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por TFFalcon3 em Ter Jul 28 2015, 22:52

eu li de tarde mais meu celular ficou sem bateria e comentar é horrível, o notebook tá zuado pra caralh@ e eu mal consigo escrever duas palavras sem trocar de pagina.

mas ficou muito legal Gi! (a minha FF vai demorar pq to fazendo curso de robótica do 2 ROBOLON, futsal, um trabalho de historia que mais parece feira de ciências e ajudando a limpar a casa então ta tenso =\ )

obs: escrevi isso no word, copiei, colei e enviei ¬¬

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por OtakuCraft em Ter Jul 28 2015, 23:35

Ta osso hein? num é vírus não?

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por TFFalcon3 em Qua Jul 29 2015, 06:51

Só UM??? acho que tem literalmente "MAIS QUE 9000!!!"

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Giovana TK em Qua Jul 29 2015, 08:24

It's over 9000! XD 

Eu nem queria ter escrito tanto Otaku, meio que acabou acontecendo por conta de várias ''travadas'' no meio do progresso :T

Foi bem cabuloso de fazer esse cap, então mals pela leitura métrica xD 

GM, muito obrigada cara. Saber que outros e escritores de fics épicas gostaram do cap é uma ótima notícia :3

E obrigada a você também Júlio, eu ainda tenho que ler o último capítulo da sua fic falando nisso >.>

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Tulyan em Qua Jul 29 2015, 23:16

A Ordem Alvorada de Prata... Ah q orgulho da minha lobinha :3

Que grande Cap foi esse, ufa muito bom aliás, apesar de eu estar morrendo de sono n pude esperar para parabeniza-la por tal fic incrivel.

Como nunca falha ler sua fic me inspira d+, então agora q eu animei quem sabe logo uma certa segunda temporada não esteja a caminho...

Sem mais delongas, desejo que mate muitos por ai, por q o tio Tuly adora, e conte comigo para levar A Ordem ao infinito... E ALÉM!

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

Mensagem por Giovana TK em Qui Jul 30 2015, 12:20

Caramba, Tulyan voltando da dimensão 0 ra comentar aqui xD 
E Alvorada de Prata foi um nome tão épico que não dava pra desperdiçar né? >:3

Só não contava com essa de que minha fic te inspira 0.0"
Assim eu fico sem graça uwú 

E óbvio! Ainda vão ouvir de altos assassinatos por parte da Ordem! >w>

Muitíssimo obrigada a você é a todos os marinheiros à bordo dessa incrível treta que eu estou escrevendo ^w^

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Re: SilverDawn: Prisioner (capítulo VI)

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