Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

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Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por Tulyan em Seg Set 07 2015, 21:57

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Era noite e os ventos frios sopravam do Sul e no horizonte as luzes da doca larga e povoada eram visíveis, lá estava eu como pelos quinze dias de viajem que admirava o mar azul longínquo. Sentia algo em meu estômago, um frio que nunca seria medo, era ansiedade, queria saber o que me aguardava ali e o como seria conhecer outros humanos pelo menos.

- Evandra! – o basitin que sempre estava no mastro mais alto, no posto de observação logo abaixo da bandeira gritou a mim. – Chame o capitão, por favor!

     Dei um joinha de resposta me levantando de onde estava por horas. – Deixa comigo!

     Desci um andar e lá o capitão estava sentado num banco preso ao chão olhando o cais pela janela circular adornada em aço. – Eu sei Evandra. – ele falou sem olhar para mim, ele suspirou baixando as orelhas. – Só vamos acordar nossos marujos... ACORDEM HOMENS! O continente vem à porta! – o basitin falou bem alto e como resposta só ganhou resmungos e bocejos, ele sorriu com as mãos a cintura. – Quem quiser ficar cuida da Evandra... – ao terminar a frase eles levaram um choque e numa velocidade tremenda saltaram das redes ao qual dormiam e saíram correndo para trabalhar.

- Chantagem eh? – o basitin olhou para mim numa expressão de ‘’fazer o que’’.

- Nunca é demais minha cara. – ele pegou o chapéu longo e negro-avermelhado com aquelas duas penas longas, brancas e aplumadas.
 



     Quando a âncora tripla baixou nas águas frias um grupo mercante de três homens e duas mulheres muito bem vestidas vinham escoltados por quatro soldados de armaduras justas e sólidas ostentando o emblema da cidade.

     O capitão desceu primeiro para cumprimentá-los e resolver seus assuntos juntos á outros dois basitins que nunca vi na viajem... Estranho... Eles eram coisa rara por aqui então aproveitaria essa distração pra me enturmar.

     Fui para o convés inferior novamente a fim de me despedir de cada um dos gentis marujos que me trataram tão bem com um abraço forte ou um beijinho no rosto que sempre os deixavam envergonhados. E enquanto saia Bori me bloqueou meio sem intenção.

- Bom , acho que é uma despedida. – falei com um meio sorriso. – Foi muito bom te conhecer Bori, obrigado.

- Eu que agradeço, você nos trouxe um espírito que não vimos há muito tempo. – ele tirou o lindo chapéu e arrancou uma das fofas penas brancas. – São penas de Harpia Branca, dizem que suas penas trazem sorte. – ele me ofereceu e o aceitei sem pensar duas vezes.

     Nos abraçamos forte sentindo seu pêlo macio em meu rosto e por ele ser baixinho ou eu alta demais quase tocava meu queixo no topo de sua cabeça. - Até a vista meu amigo. – segurei uma de suas mãos num cumprimento longo que se desfez um pouco dramaticamente.

     Descia pelo píer acenando aos marujos e logo coloquei a pena presa entre meus cabelos que a fez se curvar e quase tocar o fim dos fios.



      Fui andando pela doca observando cada olhar dos trabalhadores e marujos que não paravam, caixas e mais caixas eram embarcadas e descarregadas a todo o momento em navios imensos ou pequenos e bem resistentes pela quantidade de metal em seus cascos, mas sempre havia algum parando para me espiar. Olhei minha armadura tentando saber como fazer aquela névoa avermelhada reaparecer para mim e mostrar meu caminho e fiquei andando devagar pela doca olhando minhas manoplas distraída.

- Perdida moça? – um soldado que estava de guarda me perguntou gentil, seu elmo estava fechado e sua face oculta, mas pude deduzir pela voz que era jovem, uns vinte e nove anos pelo tamanho, o metal que o cobria era prata de bordas reforçadas com uma capa longa e vermelha bem elegante. – Posso ajuda-la em algo?

- Não obrigado. – o olhei apenas virando o rosto com um breve sorriso. – Na verdade! – levantei o indicador para o céu negro. – Sabe de um lugar onde eu possa passar a noite?

- Ah sim claro! – ele veio ao meu lado e com as mão indicava aonde eu poderia ir. – Siga pela doca, quando vir uma torre á direita suba as escadas até a rua, lá vire à esquerda e logo encontrará a Taberna Gigante Adormecido, o preço por noite, se não me engano, é uma moeda de prata.

- Tudo bem então, obrigada. – falei acenando e seguindo o caminho que me foi dado. O soldado voltou a sua posição firme com a lança ao lado.

     E lá fui eu pelo cais noturno envolta de homens rabugentos e com um cheiro forte de bebida, e depois de ver a torre ao qual falou subi as escadas de pedra que iam das docas de madeira passando por um quebra-mar de pedra branca até uma rua lisa ainda bem movimentada pelas altas horas, nem chamava atenção pela multidão e isso era bom. Pude chegar à taverna sem problemas e seu nome se estampava numa placa elevada então não havia erro.

- Boa noite bela moça, o que a traz a meu humilde estabelecimento? – entrava pela porta clara com o nome do lugar entalhado, as várias mesas de madeira redonda estavam cobertas com panos finos e brancos e em cada uma um vazo com flores se acentuava numa perfeição linda.

     O estaleiro era um homem de idade, com barba curva e cinza, um óculos redondos dependuravam-se em seu pescoço forte assim como seus braços e peito sob um avental branco de bordas cinza entrelaçado atrás das costas.

- Estou procurando uma cama e comida quente. – não sentia fome, não muita, faz quanto tempo que não me alimento? Quatro dias? Enfim, agora faria minha jogada, não tenho moedas e roubar nunca será uma opção, então usarei meus ‘’dotes’’. – Acabei de chegar na cidade, sou uma aventureira apenas, e...

- Eu tenho um filho que faz o mesmo, ele se chama Nick, faz parte de um grupo de jovens, eh... – ele mexeu na barba para se lembrar. – Espadas do Infinito, algo assim... – ele me olhou sorriso e para minha surpresa tinha todos os dentes intactos e brancos como a neve do norte. – O conhece?

- Ainda não, mas será um prazer conhecê-lo nesse caso. – me sentei numa das cadeiras e por não haver outro cliente ele veio calmo com um caderno na mão.

- Posso? – ele apontou para a cadeira a minha frente e entre nós o vaso de flores foi colocado de lado.

- Claro. – sorri pela ironia e o cumprimentei assim que se acomodou. – Sou Evandra. – ‘’Rainha das Lâminas’’ não me ajudaria aqui...

- Robb. – apertamos as mãos gentilmente. – De onde veio? – ele disse intrigado apoiando os cotovelos na mesa.

- Não... – essa maldição de amnésia... – Faz tanto tempo que ando por ai que nem me lembro mais. – disse em alivio próprio.

- Tudo bem então, desculpe perguntar, mas têm moedas? – fiquei relutante entre mentir, seria arriscado agora.

- Não. – falei de uma vez mexendo no cabelo descontraída e ele sorriu.

- Gostei de você minha jovem, que tal o trato, me ajude a arrumar tudo e lavar a louça suja que te dou um quarto e o que comer. – ele cruzou os dedos debaixo do queixo esperando minha resposta.

     Tudo ficou em silêncio e vi o sorriso dele desaparecer, me levantei rápido e falei eufórica. – Beleza, animei! – ele bateu palmas contente e se levantou.



     Era manhã, me levantava quase com uma ressaca, a noite anterior foi divertida, aliás, rimos e brincamos muito, ele nem parecia um velho, estava mais pra uma menino e uma menina fazendo algazarra por todo canto. Sorri em lembrar, passei a mão pela cabeça e senti que não usava a armadura, me desesperei, mas vê-la repousando na cabeceira de uma estante me aliviou, apenas olhei para ela e o metal se contorceu e liquefez-se, as lâminas mal se mexeram, como uma nuvem negra avermelhada ela pairou até mim e ao meu redor como as nuvens de uma tempestade. Minha armadura se forjou daquilo confortante e calorosa como um abraço de mãe... Mãe?

     Levantei-me rápida sentindo as lâminas em sua distância e logo as coloquei em seus lugares, joguei o cabelo apara trás encarando a janela e o sol da manhã, tremia em agonia ao lembrar de tão pouco, ignorava o movimento abaixo e apenas encarava as nuvens plácidas e brancas como sempre são. Num instante pensei ter ouvido algo, um sussurro, um breve chamado de alguém e nesse instante olhei para baixo e vi, de uma carruagem negra feita de aço e ferro fundido vinha levada por dois pares de cavalos fortes e bem arriados, com crinas podadas e adornos lustrosos, marchavam com eles vinte soldados pelo que vi, mas isso não me importa, o que ela fazia que me intrigasse, a mesma névoa avermelhada emanava dela pelas frestas de barras grossas e negras das janelas pequenas. Fixamente sentia uma retorção da minha visão quando olhava para ela diretamente, como se eu focasse naquilo como uma águia na presa.

- Evandra? Está acordada? – ouvi batidas na porta e me virei sorrindo.

- Estou sim, pode entrar... – falei me virando com os braços cruzados a frente do corpo.

- Vim ver se quer tomar café. – ele entrou novamente com seu avental que tanto preza e um sorriso comum em seu rosto.

- Infelizmente tenho que ir já, a estrada me espera como sempre. – cheguei perto e ele concordou.
 
- Espero então que tenha sucesso em tudo que procure minha cara. – ele se recostou no batente da parede enquanto eu passava. – Se vir meu filho diz que eu estou com saudade?

- Claro e... Muito obrigado por me acolher, Robb. – o abracei sentindo sua barba macia e quente.

- Um aventureiro sempre será bem vindo aqui, nunca se esqueça... E se puder espalhe também. – nos afastamos e eu balancei a cabeça enfadonhamente.

- Certo, bem... Desculpe a pressa, mas tenho que ir. – disse dando uma caminhada rápida seguindo pela rua larga e povoada, nem mesmo sentia peso na armadura então estava veloz em poucos passos, segui o leve rastro avermelhado por curvas e pessoas de roupas coloridas e festivas, poucos soldados passavam em pelotões de dez ou menos caminhando em sincronia.

     Acho que haveria um festival ou algo do tipo, então ir por aqui seria uma perda de tempo já que só uma escolta te faz passar por essa massa de corpos, olhei em volta rodeadas daqueles casebres e mansões junto a lojas e mercadinhos extensos do porto, apenas do lado esquerdo meu havia o mar e o Sol caloroso, vi uma carroça estacionada em diagonal apoiada numa parede de madeira de uma casa de dois andares com uma varanda ampla que circulava toda a casa, peguei velocidade e corri até lá, num instante estava na varanda a gritos de alerta dos donos.

     E lá fui eu, ágil como uma águia saltando de telhado em telhado sentindo uma atração por aquilo que me contagiou de tal forma...

     Quando me dei conta ela virou uma rua para a direita e sem pensar corri o máximo que pude quebrando telhas sem dó, e saltei...

     Cai exatamente sobre a carruagem com todo meu peso afundando seu teto metalizado, apenas pus a palma de uma das mãos para me equilibrar enquanto meus cabelos ainda caiam pelos lados, me levantei ouvindo as vozes assustadas das pessoas que correram para procurar ajuda e abrigo, os soldados que escoltavam o transporte se armaram com espadas e lanças afiadas, suas armaduras prata exibiam um símbolo triangular esquisito, peguei as lâminas das costas e me preparei, seja o que for, quero o que tem aqui.

     Sem aviso fui atacada com uma lança balançando rumo a minhas pernas, dei um pulo para frente caindo num giro bonito, os soldados vinham furiosos e eu estava pronta para isso, corri rumo a eles vendo quatro usando espadas e um lanceiro em sintonia, desviei do primeiro com leveza, o segundo apenas errou e o terceiro teve sua barriga cortada com o leve passar das armas, e lá cercada num momento, girei em 360 graus causando estrago, mas não muito, o lanceiro me golpeou em cheio e sua arma se quebrou como vidro, aproveitando o espanto brandi a lâmina e a enterrei em seu peito o usando como impulso para ir alto e lá de cima cai em outro fincando as duas armas em suas clavículas e torcendo para ouvi-lo gritar, e foi ai que ouvi novamente.

- [ Mate! Faça o que deve... ] – olhei a todo canto esperando achar quem era. – [ Eu sou você Evandra, somos uma, agora mate! ] – estava espantada por ouvir aquilo, o que mais ninguém conseguia pelo visto.

     Duas espadas vieram rápidas em diagonal pelas minhas costas, ergui minhas pernas ao lato com uma força tremenda e com aquilo pisei na cara do homem ao qual acabei de matar... eu matei... Matei alguém!

- [ Muito bem feito Evandra, acabe com os outros, não hesite! ] – um homem segurou meus cabelos e o puxou para trás  com um giro bati um lado das lâminas em seu rosto e com a outra abri sua garganta fazendo sangue pintar o chão, e lá estava eu, com dois opôs no chão e a carruagem a esquerda o sol vinha de trás fazendo minha sombra cair sobre os mortos.

     Estava cercada, mas havia uma rota ainda, um soldado de lança estava bem a minha direita, no mesmo rumo da porta de aço no transporte, corri até ele com vontade ignorando os ataques dos outros, suas armas mal arranhavam minha armadura e aqueles que conseguiam levar suas lanças até meu rosto as tinhas cortadas logo depois, e ali em avanço bruto enfinquei as duas lâminas na barriga do homem que cuspiu sangue, o girei e o lancei até a porta a alguns metros, seu corpo fez um som horrível, e eu logo vinha atrás dando uma joelhada dupla bem quando ele caiu morto, a porta rangeu alto e se partiu contorcida, com as duas mãos seguei em suas barras e com um urro feroz o arranquei, e foi ai que escutei.

- Eu vou te fazer virar pó! – olhei um instante para trás e vi um homem, não armadurado, mas parecia um monge, de suas mãos saia labaredas de fogo incríveis que queimavam com tochas.

     Um pouco entretida com aquilo não notei os dois soldados dentro da carruagem, um deles apenas usava uma adaga que me assustou um instante ao qual me virei para olhá-los, saltei para dentro com as armas a frente cortando-os de leve, e lá caída no colo dos dois apenas olhei-os com suas expressões confusas e assustadas, não era um lugar muito amplo, só duas janelas das portas e um baú bem reforçado estava ali, além de claro, os soldados, o primeiro tinha um cabelo curto e negro e o outro era careca e não pareciam ter menos de vinte anos, ambos tinham roupas de seda fina e cheia de desenhos, se eram magos como aquele lá fora não queria saber, o careca recebeu um golpe bem no meio do peito e o outro levou um chute forte na cara. Quando olhei para fora o mago se enfurecia, carregou seu poder estupendo e o lançou a mim, usei os dois como escudo os colocando sobre mim enquanto caia rolando no chão e os mantinha como escudos nas costas, as chamas dominaram o lugar em poucos segundos, sentia o calor mesmo com os homens sobre mim, aquele cheiro horrível começou logo, os dois estavam torrados e por nojo os joguei para fora ainda deitada, pensei um instante se havia me protegido totalmente e vi minhas pernas pegando fogo, fiquei em desespero, mas  o metal sequer se aqueceu um pouco.

- Saída dai bastarda! Eu farei você em pedaços! – ouvia os gritos lá fora e pela porta os soldados que não estavam atormentados lançavam flechas enquanto aquele mago carregava mais poder.

     Sem perder tempo golpeei o baú que apesar de parecer resistente ficou em pedaços, e dentro dele vi aos pedaços o mesmo metal que formava minha armadura, mas estava meio que morto... O tom vermelho que havia na minha não havia ali... Talvez se...

     Toquei o metal com incerteza, e aquilo o fez se liquefazer como minha armadura na taberna de Robb, e ali enquanto o metal fluía e ganhava marcas vermelhas como fogo eu a voz veio sutil e branda...

- [ Seja, escolha! Sou seu poder e força, juntas faremos o impossível, juntas seremos vingança! ] – fiquei confusa e atordoada com tudo, vingança do que? Como seriamos juntas? E então a resposta veio, infelizmente.



     Lá estava eu de pé, ao meu lado um velho grisalho estava de terno e cartola, e a frente de nós dois caixões tinham... Oh não! Eles não... E veio o som, tormenta e tristeza por todo canto e algo falou bem profundo baixo em minha mente...

- Assassinato... – me virei e vi um homem, oculto nas sombras e atrás dele havia dois olhos animalescos e amarelados me olhando e quando notei não estava mais no funeral, estava num castelo e junto com minha calma acabou-se a visão...





     Peguei o metal com voracidade, ele se juntou ao metal de minha armadura e veio como um pulso rumo a minha cabeça passando pelo meu braço num arrepio. – Seremos uma! – disse baixo derramando uma lágrima, uma lágrima de ódio, uma lágrima de vingança.

     O metal que encontrei se forjou ao meu rosto se solidificando enquanto se moldava em um par de chifres que iam do topo de minha cabeça até se curvarem na nuca como um dragão, aquilo revestiu tudo num instante deixando apenas dois buracos ovais em forma de gotas curvas que me davam uma boa visão, o protetor do nariz se uniu a placas que umas dos lados do rosto e se uniam a frente da boca, meu queixo por estar pontudo fez uma curva pequena e logo as mandíbulas se uniam a armadura do pescoço, meus cabelos se tornaram filamentos rubros de espessas linhas com um rastafári, a penha de Harpia Branca ganhou um lugar fixo no elmo negro bem entre os chifres rajados de vermelhos assim como as linhas dos olhos e suas órbitas que foram contornadas.


- [ Agora, somos uma! ]  


Última edição por Tulyan em Qua Dez 09 2015, 16:00, editado 1 vez(es)

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por OtakuCraft em Ter Set 08 2015, 13:53

Taverna Gigante Adormecido?


Mas pera, o que custava simplesmente arrombar a carruagem, quebrar o cofre e ir embora sem derramar sangue?
...
Que graça teria, né? :p

Aguardo por mais... chacina. ^^

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por Tulyan em Ter Set 08 2015, 18:32

Direi uma frase de Evandra: Sutileza? Não é comigo...

Mas enfim, agora vai ter gente voando por todo canto graças as paradas dela, ela vai ser muito legal de criar por ser muito flexível e poderosa mas sem exagero...


Última edição por Tulyan em Ter Set 08 2015, 18:40, editado 1 vez(es)

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por OtakuCraft em Ter Set 08 2015, 18:36

He he, sutileza era o marido dela né, e a sutileza tentou mata-la. :p

A propósito, e o escravo que ela conheceu na ilha? '-'
Ela disse que ia ajuda-lo. '-'

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por Tulyan em Ter Set 08 2015, 18:46

Talvez... Quem sabe, eu coloquei q ela viu olhos de keidran numa visão múltipla, será q ela começa a ter ódio de vcs? Ou n... Não vou dar spoiler ok, mas digo uma coisa, a Rainha das Lâminas pode ser má, mas Evandra é pior... Muito pior...

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por OtakuCraft em Ter Set 08 2015, 19:24

Ela não pode me matar... eu tenho...

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Re: Rainha das Lâminas - Capítulo - 7 - O Inicio do Julgamento.

Mensagem por Tulyan em Ter Set 08 2015, 19:44

Eu sou o Cavaleiro Morte... Ceifador Supremo da Criação... Então eu ACHO q posso sim... N tenho certeza... Ah n ser q vc tenha um escudo de nokia...

Mas se estiver falando da Evandra... Bem se ela estivesse atrás de vc, era melhor vc se matar antes q ela te achasse... Sim ela é má, vc vai ver... Muhahahahahaha!

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