Cajado da Redenção - Capítulo 16

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Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por Gamesmenezes em Qua Dez 02 2015, 16:54

Capítulo 16


Capítulo 16:

      Túlio caminhava pela estrada em ritmo acelerado devido a sua preocupação. Havia um mago torturador a solta e que aparentemente não agia apenas em território humano, como também em território keidran. É quando naquele dia de ensolarado, de céu limpo pode se ouvir um trovão e uma grande sombra negra se moveu passando por cima de Túlio. O mesmo espantado com tal acontecimento parou e olhou rapidamente para o céu.

      -(Túlio): O que foi isso?

      O mago de batalha vê no céu um dragão que tinha suas cores ofuscadas e escurecidas por estar muito alto e ao mesmo tempo, na perspectiva de Túlio, a frente do sol. O colossal réptil voador começa a descer revelando sua cor azul.

      -(Túlio): Gaios?

      Gaios pousa à frente do rapaz causando estrondo e levantando poeira.

      -(Gaios)(Telepatia): Túlio, trago notícias de desgraça.

      -(Túlio): Bem que meu pai dizia "desgraça vem sempre acompanhada". O que aconteceu?

      -(Gaios)(Telepatia): um de meus irmãos, guardiões, foi ferido e teve o fragmento de sua guarda larapiado... por um mago humano. Provavelmente o mesmo de que os guardas de sua memória falavam.

      -(Túlio): Droga, e agora terei que ir atrás dele, o quanto antes.

      -(Gaios): Infelizmente, não sei aonde ele foi ou está indo. Talvez meu irmão tenha entrado na mente do mago e descoberto algo.

      -(Túlio): É melhor que tenha conseguido. Se ele é tão forte quanto assim, não quero nem imaginar o que fará com o fragmento. Se quer podemos dar tempo de ele fazer algo.

       -(Gaios): De fato. Não podemos perder tempo. Suba em minhas costas. O levarei até meu irmão.

      O mago de batalha de subiu nas costas do dragão sem saber onde se segurar. O colossal réptil alado fez em suas costas, à frente de Túlio, "brotarem" duas hastes aparentemente feitas de osso do próprio dragão.

      -(Gaios): Segure-se.

      -(Túlio): Espere!

      -(Gaios): O que foi?

      -(Túlio): Para onda vamos? Digo: "Onde fica seu irmão?"

      -(Gaios): Ao sul, numa ilha próxima ao litoral de Edinmire. Quer que eu passe no território tigre para pegar Arthur e Jéssica então.

      -(Túlio): Como você- Ah, claro eu tinha esquecido, dragões leem mentes. Em fim, é provável que quem roubou o fragmento do cajado que seu irmão guardava tenha ido para la. Então os dois podem estar correndo perigo.

       -(Gaios): Desculpe mas não posso te levar a qualquer território keidran. Os mesmo pensariam que fui enviado pelos templários como ato de guerra. Mas posso te deixar perto da entrada.

      -(Túlio): Obrigado Gaios, então esse é o plano: Você me leva até perto da passagem para o território tigre, eu vou la dentro, busco os dois e vamos até seu irmão. Então veremos o que faremos.

      -(Gaios): Então, vamos partir.

      Túlio segurou-se firme nas hastes cálcicas do dragão que com fortes e estrondosas batidas de suas asas colossais distanciou-se do chão e partiu em direção a seu destino.

      (No território tigre)

      Jéssica, Arthur e Christopher se encontravam em uma cidade próxima da fronteira. Não era uma cidade muito grande, nem muito habitada. As ruas eram de pedra e terra levemente úmida, grande parte das edificações era feitas de madeira bruta, apenas uma ou outra eram feitas de pedra ou algo mais resistente que isso. Onde não era rua, edificação, pátio ou jardim se resumia a grama e arvore. Arvores essas que não eram escassas, a cidade praticamente vivia sob a mesma sombra que todo o resto da vida na floresta.

      -(Arthur): Ali, aquele prédio ali.

      Disse o guerreiro apontando para um prédio de dois andares de pedra, tinha uma área a aberta na frente cercada por uma cerca de madeira. Já a parte traseira do terreno não se podia ver por dentro, uma vez que muros de pedra envolviam tal parte do terreno encaixando-se às paredes da edificação. Podia-se ouvir crianças rindo e gritando.

      -(Jéssica): (Bem humorada) É deu pra perceber pela barulheira típica de escola.

      Os três seguiram para o orfanato, Arthur abriu a cerca e andou com a raposa e o tigrinho a até a porta, a abrindo e adentrando no orfanato.

      O piso do local era de tábuas de madeira  clara e macia, as paredes visualmente se mantinham iguais a seu visual exterior. A sala de recepção onde se encontrava o trio media 3,25m por 5m, estando a porta de entrada na parede de 5m. Conectado a parede menor, um balcão com a base feita do mesmo material da parede e a superfície da mesma madeira do piso se estendia por 4m paralelo à parede maior. Encostado na mesma parede da porta de entrada se encontrava um extenso banco também da mesma madeira do piso.

      Naquele balcão que havia lugar para três atendentes trabalharem, só havia uma no momento, no banco que havia lugar para sete pessoas não havia ninguém sentado.

      A atendente estava aparentemente mexendo em papéis atrás do balcão, a tigresa aparentemente não havia notado a presença dos três. Jéssica então fechou a porta e Arthur falou.

      -(Arthur): < Com licença... >

      -(Tigresa): < Pois não, no que posso aju- >

      Disse a felina desviando vagarosamente seu olhar dos papéis e o direcionando para aquele com quem falava assim espantando-se ao ver a quem se dirigia. Arthur abriu um sorrisinho e disse:

      -(Arthur): < Você não mudou nada Lana, tão focada na organização que se quer nota quando alguém chega. >

      Lana, a atendente do orfanato, sorri de volta.

      -(Lana): < Arthur, que bom ter ver, a quanto tempo. Eu não te vejo desde... desde... nossa, faz anos! >

      Jéssica ficou surpresa, pois ao ver o espanto de Lana, presumiu que se devia estar falando com um humano. Porem não, Surpreendentemente ela já era conhecida do humano criado entre tigres. O mesmo anda até o balcão e abraça sua amiga por um breve momento.

      -(Arthur): < É bom te ver também. >

      Terminado o abraço o guerreiro as apresenta uma a outra.

       -(Arthur): < Jéssica, essa é Lana. Lana, essa é Jéssica. >

      -(Jéssica): < É um prazer.>

      -(Lana): < Igualmente. E que é o pequeni- CHRISTOPHER? >

      Todos se espantam com o berro de Lana e com o fato de ela aparentemente conhecer a criança.

      -(Arthur): < Espera, você o conhece? >

      -(Lana): < Sim, ele era uma de nossas crianças, mas foi adotado a pouco mais de um ano! O que estão fazendo com ele? >

      Jéssica olha para o tigrinho e percebe que está assustado e aparentemente abalado com o que vem acontecendo.

      -(Jéssica): < Olha, é melhor deixar Chris com as outras crianças em quanto nos explicamos. >

      A tigresa e o humano olham ambos para a criança felina e concordam. Lana pega na mão da criança e anda com ele até a porta na parede direita da sala onde acesso a uma sala onde várias outras crianças brincavam. Ela se abaixa e olha para Chris dizendo:

      -(Lana):  < Vai ficar tudo bem, você vai voltar para a casa. E tudo vai voltar ao normal. >

      Ela o deixa com as demais criança e fecha a porta ficando na recepção.

      -(Lana): < Muito bem, é melhor vocês se explicarem. >

      (No território humano)

      Já próximos da passagem ao sul da fronteira Gaios pousa, Túlio de suas costas e o dragão desfaz as hastes de osso que tinha criado em suas costas para que o mago de batalha se segura-se. Antes de seguir viagem, Túlio pergunta ao amigo que acabará de lhe dar carona.

      -(Túlio): Gaios, venho me perguntando isso a tempo e creio que você possa me responder: Se Valter já tinha conseguido o Cajado do Almejar, como ele se partido em fragmentos e entregue a você e os demais guardiões.

      -(Gaios): (Telepatia) É uma magia antiga, o cajado originalmente não era o instrumento que em eras recentes se tornou. Ele originalmente era os fragmentos em si, e os fragmentos eram restos de dragões ancestrais, tão mais velhos do que Milady Nora. Quando esses restos foram pela primeira vez reunidos formando o, eles já eram os fragmentos que hoje conhecemos e eles foram usados para formar o cajado e ampliar o poder de um dragão líder numa guerra antiga a muito esquecida pelos demais. Porem, tal arma causou devastação descomunal para ambos os lados. Então no final ele foi novamente fragmentado, tendo os fragmentos sendo protegidos por guardiões. Porem, era sabido que ele poderia ser remontado, por isso o uso desse artefato foi proibido entre dragões e jogado um feitiço na qual e cada vez que ele fosse usado o mesmo novamente se fragmentaria e voltaria a seus guardiões. Valter foi o ultimo a passar pelos testes meu e de meus irmãos.

      -(Túlio): Então assim que eu usar o cajado ele vai se dividir e cada fragmento vai voltar para um dragão guardião?

      -(Gaios): (Telepatia) Não imediatamente, leva alguns minutos para isso acontecer. E se nesse meio tempo alguém o tocar poderá o usar sem passar por nem um dos testes.

      -(Túlio): Certo, obrigado Gaios. Agora devo partir, Até mais meu amigo.

      -(Gaios): Nos veremos novamente, até esse momento.

      Então o rapaz vira-se e segue seu caminho, enquanto o dragão decola e parte ao norte. A passagem para o território keidran estava próxima. Túlio teria que tomar cuidado, estava prestes a entrar num lugar onde poderia ser considerado por qualquer nativo uma ameaça.

       (No Orfanato)

      -(Lana): < Então foi isso que aconteceu? Pobre Chris... Ao menos ele está junto dos amigos de novo. >

      -(Arthur): < O humano que o matou provavelmente o buscaria para o vender fora de nosso território. Ele teve ele pelo menos teve sorte do assassino ter fugido. >

      -(Jéssica): < Sim, mas e agora? Não é preciso toda uma documentação para ele ser aceito por meios legais aqui? >

      -(Lana): < Deixa que eu cuido disso. Agora, é melhor que vocês dois partirem, vocês dois podem ser considerados suspeitos quando as investigações sobre o caso começarem e conhecendo Arthur, vocês dois não devem ser os culpados. >  

      -(Arthur): < Sim, vamos.>

      Novamente, Arthur e Jéssica partiram juntos em direção à procura de Túlio. Mas eles não sabiam que o mesmo estava à procura deles.

      Fim de capítulo


Última edição por Gamesmenezes em Seg Dez 07 2015, 16:37, editado 2 vez(es)

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por Tulyan em Qua Dez 02 2015, 17:21

Haha alguém se fudeu!

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por OtakuCraft em Qua Dez 02 2015, 17:27

Notícias de desgraça?!


kkk, aiai. -w-

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por Gamesmenezes em Qua Dez 02 2015, 19:08

Capítulo completo postado.

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por Tulyan em Qua Dez 02 2015, 19:37

Dragon Ball? Fragmentos do Dragão?  Hum... N vejo coincidência, so a tela do meu celular XD, cara faz tempo q n leio então tô perdido, mas gostei do mesmo modo, so faltou uns esquartejamento e sangue ( e putas ) Mas enfim, gosto to the Next e cho escrever tmbn :v


Última edição por Tulyan em Qua Dez 02 2015, 20:46, editado 1 vez(es)

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por Gamesmenezes em Qua Dez 02 2015, 20:40

Só pra lembrar: Minhas próximas postagens de fics serão em ordem: A Distorção e Lycan: Acampamento do Luar. Quem estiver interessado em criar um personagem para Lyca: Acampamento do Luar ainda tem tempo. É só seguir as regras e modelo de ficha no tópico:

http://tkbr.criarforum.com.pt/t597-lycan-acampamento-do-luar

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Re: Cajado da Redenção - Capítulo 16

Mensagem por OtakuCraft em Qui Dez 03 2015, 20:02

To imaginando uma cena dessa desfragmentação computador fica mais rápido, he he XD. Mas quem sabe...

Anyway, to esperando...

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