SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

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SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Giovana TK em Sex Dez 11 2015, 14:17

SilverDawn: Runaway (capítulo VII)
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A sala permanecia em silêncio mortal, a tensão era quase como uma forma física, vibrando no ar, subindo pelos nervos do meu dorso e atingindo os basitins prisioneiros que estavam conscientes, porém calados, tudo, constantemente atiçando a atmosfera pesada da prisão, que já era naturalmente sombria em sua penumbra habitual. As duas figuras do outro lado do salão ainda nos fitavam com olhares frios e impiedosos, decididos a não permitir nossa fuga. Não deixei de notar o nervosismo aparente entre os membros da Ordem também. Pude ver o pelo fulvo de Digger tornar-se úmido com o suor, as pupilas de Katney se estreitarem, como se patrulhassem o ambiente em busca de uma saída, e a ponta branca da cauda de Shara se movimentando  ferozmente em círculos, típico de um felino ansioso. Era impossível mentir, eu também estava assustada. 

- Deixem-nos passar! - um rosnado feroz quebrou o silêncio. Para a surpresa de todos, era a pirralha endiabrada. Katney, a garotinha híbrida de cão e lobo, dando um passo diante de nós, com as orelhas baixadas e um olhar fulminante, diretamente para os irmãos lobo à nossa frente. - Não vim de tão longe, à cavalo, com o traseiro dormente, sem beber nem comer nada por um dia e meio, só pra dois encapuzados nos barrarem no último segundo! -... ainda era a Kat que nós conhecíamos e amávamos, latindo raivosamente como sempre. Porém, o garoto do olho de prata apenas riu e encarou ela. 

- Cuidado com essa aí, Zen. - começou ele, lançando um olhar divertido para o irmão. Este que chamava-se Zen, pelo visto. - Ela pode ser feroz. 

- Hah, sem dúvidas. - disse o outro, sorrindo em uma expressão sarcástica. -Nesse caso... devemos nos livrar dela primeiro.

A esse ponto, saquei minha lâmina oculta e, mostrando os dentes, avancei na direção de Zen.

- Fique longe dela, seu... ! - antes que pudesse terminar minha fala (de novo), quanto mais causar qualquer arranhão nele,  meu golpe, que tantas vezes havia ensaiado na Academia Basidiana, havia sido bloqueado com mesma lâmina de pulso, o que nos deixou face a face, as facas cruzadas, medindo forças em um jogo mortal. Um passo em falso, e alguém morreria. Foi então que eu vi a cicatriz em seu antebraço exposto. O brasão do Ordem, idêntico às marcas feitas na cerimônia de formatura na Academia. - Espera.... Vocês também?! 

No início, ele pareceu não compreender o que eu estava dizendo, logo, tive de manter a postura em guarda, já que ele poderia muito bem me matar naquele mesmo ponto. Foi seu irmão que inesperadamente me salvou.

- Zen! Ela porta a cicatriz da Ordem, não vê que ela é um dos nossos? 

- Como pode ter certeza disso, Natani? - Zen ainda me fitava, mas falava alto e claro com Natani, o outro Irmão Magi. - Eles podem estar  trabalhando para os Templários, não há certeza nenhuma de que eles não são infiltrados na Irmandade dos Assassinos! 

Natani só mostrou dúvida e um breve movimento nas orelhas, como se ainda não estivesse convencido. Foi quando outros dois lobos adentraram o recinto como tempestade, empunhando espadas brancas e olhando diretamente para Digger, que estava mais perto da porta. Só pude ver pelo canto do olho e ouvir os sons de batalha enquanto sustentava a lâmina de meu inimigo. Pelo visto, foi algo que surpreendeu os Irmãos Magi, já que estes arregalaram os olhos quando a luta cessou. 

Zen se afastou de mim, retraindo a lâmina oculta de volta ao pulso. Ele trocou olhares com Natani, de um modo um tanto incomum, e ambos se voltaram para o que havia ocorrido atrás de mim. Me virei também. Os oponentes, um lobo negro e outro castanho escuro, estavam estirados no chão com cortes precisos e profundos em suas gargantas. Digger e Katney eram profissionais quando se tratava de fazer o serviço rápido e limpo. 

- Não temos necessidade de mais sangue aqui, - começou o jovem raposo. - Só viemos em missão de resgate, e em nome da Ordem Alvorada de Prata, eu não vou deixar Heywood sem meus amigos. - Digger nunca soara tão determinado quanto naquele instante, ele sempre me pareceu o mais discreto do grupo. Em todos as vezes, deixava a parte da representação com Shara, a mais velha de nós quatro, enquanto ele,  naturalmente, agia em seu modo sorrateiro. Mas ali, em meio a um impasse entre nós e dois Assassinos muito mais experientes, ele se colocou a frente do grupo, enfim, dando jus ao seu juramento. Coragem. - Além disso....

Digger puxou seu arco e atirou duas flechas em uma velocidade jamais vista. Flechas com penas verde-escuro, o que indicava suas funções de captura. O Reino Basidiano havia desenvolvido inúmeros tipos de armas, e eu sabia que aquelas flechas não iam falhar. Ambas se cravam no chão, extremamente próximas das patas dos dois lobos, emitindo estalos e então, liberando pequenos cordões, metálicos e maleáveis, que aprisionam os Assassinos, um em cada pata. O fio era fino, porém praticamente indestrutível, não havia como fugir. Certo de que sua manobra funcionara sem falhas, o arqueiro continuou:

-.... Por que dois membros da Irmandade estão trabalhando para o Mercado Negro de Magia? - Ele interrogou, implacávelmente sério. 

Natani e Zen pareciam nervosos, mas não perderiam o foco de maneira alguma. Natani encarou meu amigo e rosnou furioso. 

- Não é da sua conta, raposa idiota! - ameaçou o lobo, seus olhos queimando de raiva e mais alguma coisa.... provavelmente receio de algo. - Não devemos respostas a nenhum de vocês! 

- Bem, não é como se você tivesse alguma escolha... - digo com um sorriso ameaçador enquanto me aproximo de Natani. - E não fale assim com Digger.... Ele pode ficar magoado e acabar colocando uma flecha no seu olho. - dei de ombros, casual. Aparentemente eu havia ficado boa com ameaças 'amigáveis'.  

Apontei a lâmina para seu focinho,  e isso me deu proximidade o suficiente para notar o que antes não pude ver.  O olho direto, que eu havia tomado como cego, não era causa de uma luta anterior, mas sim uma falha. Na Sede Basidiana nós havíamos aprendido sobre vários efeitos do uso de magia negra, e me recordei de ler algo sobre os indícios físicos manifestados após um feitiço chamado Anima Merger . Aquela cor acinzentada era resultado de uma alma quebrada e reconstituída.

-Seu espírito está endividado com ele, não é? - minha pergunta fez Natani erguer o semblante, surpreso. - Vocês não podem sair daqui. Por isso trabalham para ele. Os basitins não são tão escravos quanto vocês são para ele, no fim das contas.

-Enaria, do que você está falando? -perguntou Digger, ainda com o arco em posição. 

-Esses lobos estão sendo forçados a trabalharem para Clovis. - respondo sem tirar os olhos de ambos os irmãos. - Eles não tem escolha.

- Parabéns, você descobriu. - Zen começou com seu tom irônico mais uma vez. - E agora, eu me pergunto? Vai esfregar isso na nossa cara? 

Retirei a lâmina e revirei os olhos. Eu sabia muito bem o que era injustiça e que não queria ser parte de mais uma, embora Zen me irritasse um pouco. Me virei então para Shara e Katney, acenando com a cabeça, relutante. Elas entenderam o recado e. rapidamente jogaram duas pequenas facas nas linhas que os prendiam ao chão, arrebentando os arames. A ação causou estranhamento nos dois lobos e em Digger, por um momento. Calma e astuta, a tigresa se aproximou em seu passo silencioso e felídeo.

-Não. Como você mesmo disse, Natani, estamos do mesmo lado. - E com isso, Shara lhes estende a mão, com um olhar mortal e sério. Antes que qualquer um dos dois se pronuncie, Shara flexiona as garras e ativa as armas ocultas no pulso, em sinal de aviso, mas logo as retrai. Enfim, ela sorri levemente. - Afinal.... Estou intrigada para descobrir qual foi o juramento de vocês. 

***

Se me perguntassem, eu não saberia responder o porquê de os irmãos Magi terem concordado em nos ajudar. Talvez eles tenham passado por tanto quanto meus amigos e eu, ou talvez qualquer destino fosse melhor do que passar a eternidade sob o comando do Príncipe 'Macumbeiro' Clovis, segundo Katney. De qualquer forma, nós, agora em seis Assassinos treinados, mais os basitins, James, o irmão de Christopher, um outro jovem de 14 anos, que ainda não havia se apresentado, e uma garotinha basitin, ligeiramente mais nova que Katney e de pelo dourado, completavam um grupo de nove no total. Seria um milagre se saíssemos sem sermos vistos.

O caminho de retorno, obviamente diferente do anterior , era através de uma estreita passagem nas antigas catacumbas do Castelo Heywood. Haviam goteiras, água estagnada no chão de pedregulhos escorregadios, e lampiões fracos pendurados no teto baixo. Só poderíamos nos mover em fila indiana, com os irmãos à frente, para que pudessem nos guiar pelo caminho enevoado.

- Ew, aposto que Clovis nem sabe que ele dorme sobre milhares de defuntos. - resmungou Kat, tampando o nariz e observando as ossadas inteiras enterradas nas paredes.

-Até onde eu sei, o cretino nem sabe desse lugar, -Natani falou baixo, evitando causar ecos no túnel. - Ele e seus magos simplesmente chegaram aqui e tomaram o forte sem nenhum aviso. Mal investigaram o local.

- Tsc, vocês lobos são mesmo arrogantes, não? - o basitin desconhecido se pronunciara pela primeira vez. - Pensam que qualquer território em que pisam pertence à vocês. Que piada.

- Hey! Os ''lobos arrogantes'' estão tentando salvar o couro de vocês, então um pouco de gratidão seria bom, sabe? -rosnou Zen, um tanto impaciente. 

- Perdoe meu amigo, ele não sabe a hora de parar de brincar. - retrucou James, o basitin de pelo escuro e olhos azuis, extremamente raros entre seu povo. - E pensar que quer ser um General quando for adulto, inacreditável.

- Só vamos andando, e depois decidimos quem é o menos arrogante entre os dois, ok? - digo, silenciando-os. - Ainda temos que sair dessa cova fedorenta e tenho certeza de que seu irmão terá muito a dizer sobre isso, James. 

***

Andamos mais alguns metros e saímos em uma extremidade do pátio principal, debaixo de uma enorme escada construída de vigas de madeira, que subiam para as torres de observação externas. Eram ao menos cinco guardas no alto e três no nosso nível, no chão. Levando em conta que todos eram usuários de magia negra, já eram o suficiente para nos derrubar, se atacassem simultaneamente. Para nossa sorte, Clovis não era um sujeito que apreciava jardinagem, logo pudemos nos ocultar na vegetação espalhada e e excessiva no campo congelado, assim como nos mimetizar nas sombras das árvores, mesmo que estas fossem mais escassas. Sem perder tempo, todos já estavam posicionados em esconderijos distintos.

Observei Digger fazer uma sequência específica de sinais, definindo uma estratégia de escape. Ao que parecia, ele planejava mandar ataques em duplas, visto que haviam dois guardas por ponto de observação, e que uma das quatro torres estava vazia. Repassei o mesmo código para os outros da moita onde eu estava, e assim em diante. Depois de formadas as duplas, colocamos cada basitin em uma das divisões, mantê-los em um grupo só, pensei, seria imprudente, pois poderiam ser facilmente notados e capturados.

''Tudo certo?'' sinalizou Shara ''Grupo 1, vão!'' 

Digger, Katney e o garoto basitin percorreram a parede e subiram até a primeira torre, onde incapacitaram os dois guardas sem nenhum problema. As armas confiscadas foram jogadas no penhasco,  do outro lado das muralhas.

''Grupo 2, agora'' gesticulou Zen, ainda escondido abaixo da escada. 

Então Natani, James e eu partimos para a próxima torre, eu usei um canhão com apoio e saltei sobre um dos guardas, finalizando-o com a lâmina oculta em pleno ar. Natani, como Katney, preferia o ataque direto, acertando um ponto exato no pescoço do guarda, e o encostando, imóvel, ao parapeito da torre. 

''Grupo 3'' fiz os sinais lá de cima. ''Depressa''

Shara, Zen e a garotinha basitin utilizaram uma abordagem extremamente sutil e silenciosa. Foi até impressionante o modo com que a prisioneira se moveu durante a aproximação furtiva. Ela certamente estava recebendo treinamento no exército antes de ser raptada.

***

Assim que todos os guardas estavam apagados, Katney, com seus olhos bicolores faiscando, lançou o seu gancho de escalada (A Coisa) na parede externa  do escritório de Clovis, e era lá que o destino de nossos novos aliados seria definido. Descemos pela corda fixa sobre a janela e adentramos o aposent, quebrando o vitral, com o artesanal preparado. O Príncipe, porém, estava calmamente repousado em sua cadeira de veludo avermelhado, com as mãos de pelagem negra unidas em sua face oportunista.

-Sejam bem-vindos à minha modesta área de trabalho, caros amigos. - não era preciso conhecer Clovis muito bem para saber que quando ele dizia ''modesta'' ele queria dizer algo como ''ostensiva'' ou ''majestosa'' área de trabalho. Acho que Zen conhecia aquele idiota tão bem quanto eu, pois nós dois apenas rimos da cara dele. Isso até causou um desconforto depois que percebemos isso, mas Zen prosseguiu.

-Ah, por todas as Máscaras, Clovice, você e eu sabemos que você faz tudo aqui, menos o seu trabalho. -disse o mais velho dos Magi. - E não somos seus amigos.

- Eu concordo, já que tenho vocês para fazerem isso por mim, não é mesmo? - o rapaz devolveu o olhar zombeteiro à Zen. - Só não contava que vocês fossem se rebelar contra mim, afinal.... Parece que ambos se esqueceram o que está em jogo. A propósito, meu nome é Clovis, e não Clovice. - acrescentou em tom de orgulho.  

Se aquilo não era uma ameça, eu não sabia o que era. Natani parecia estar fazendo um esforço absurdo para não avançar da direção de Clovis com toda sua ira. Havia algo mais ali, eu tinha certeza, mas resolvi não intervir.

-Não estou dando a mínima pras suas ameaças vazias, senhor, só não te matamos ainda por que gostaríamos de fazer uma.... negociação com você. Mas duvido que seja do seu nobre interesse, de qualquer maneira. - Dou de ombros demostrando descaso.

- Poupe-me de suas provocações, Enaria, e vamos acabar logo com isso. - retrucou ele imediatamente.

Juro ter escutado murmúrios vindos do grupo de basitins, que estava à uma boa distância e ainda os sussurros um tanto surpresos de Natani e Zen. Pude detectar perguntas como ''Ela o conhece?'' ou ''Por que eles falam como se já tivessem se visto antes?''. No momento não tinha importância que eles soubessem sobre como eu havia salvado a pele daquele imbecil, que agora exibia sua capa vermelha à nossa frente.

-Queremos barganhar o direito de liberdade dos irmãos Magi, juntamente com os basitins. - Disse enfim.- E talvez o Império das Ilhas deixe sua sentença uma pouco mais leve. - concluí sorrindo.

- O que?! - rosnou Clovis, se erguendo sobre sua mesa e derrubado algumas moedas de ouro. - Fora de questão, eles são meus melhores serviçais!

-Você pode ouvir isso como ''escravos'', se quiser, Enaria. - Zen falou em voz baixa e cruzou os braços , evitando contato visual.

-Sei muito bem disso, Zen, obrigada. E eu não estou perguntado se você quer ou não fazer esse acordo, princesa, -ameaço Clovis, já apoiada na mesa de madeira e encarando o lobo branco no fundo de sua alma. - Quero saber se vai ser do jeito fácil, ou do jeito 'divertido'. - finalizei com meu olhar predatório, que eu sabia que ele conhecia. Eu havia olhado para os Templarios que nos atacaram daquela mesma forma há anos atrás.

-Veja bem, Enaria.... Eu tomei medidas preventivas quanto à ameaças como essa. -ele começou, passivo diante de seis Assassinos. - Assim que Zen e Natani deixarem Heywood, suas vidas acabarão. E digo isso no sentido mais literal possível. -ele fala conforme conta algumas pedras preciosas em uma pequena balança sobre a mesa.

-Que droga, Clovis, só diga a última missão que você quer de nós para que esse rixa termine! -rosna Natani, ainda se contendo.

- Hm..... Agora quevocê mencionou, eu também já estou cansado de aturar vocês, dia após dia, comendo do estoque destinado aos meus homens, ocupando espaço pelo castelo....

- Ou você fala.... - comecei novamente, abaixando as orelhas lentamente e mostrando os dentes. Me mantive calma o suficiente para não flexionar os punhos e ativar as lâminas.

-Ou o quê? - ele pergunta rindo. Nosso anfitrião volta, enfim, para sua cadeira e pega um rolo de pergaminho em uma gaveta. Os membros da Alvorada de Prata o seguiam em cada movimento, com os olhos , os irmãos Magi não demonstram nenhuma preocupação quanto ao deslocamento repentino do rival. A jovem basitin observava atenta enquanto ele se acomodava melhor e estendia o papel velho sobre a superfície polida de madeira. Todos nos aproximamos para visualizar melhor a gravura que lá estava exposta. Um artefato bem impressionante aos olhos de uma pirata ambiciosa, devo dizer.

 - Pois bem. -Clovis olhou diretamente para os dois assassinos. - A única coisa que eu quero é..... Uma máscara.

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Tulyan em Sex Dez 11 2015, 14:36

Cé loiro mandruvá, cap incrível, apesar de eu n gostar de grupos ( os melhores assassinos trabalham exclusivamente sozinhos ) foi muito bom a cena das matanças... matanças... Mortes... alminhas... Aham! enfim, nunca falha como sempre nem vou mencionar minha aprovação por ser extremamente anorme quanto a matanças... matanças... Mortes... Alminhas...  

Oq? n sacaram q eu me alimento de almas? Com ketchup ainda... Hummm... Diliça...

Eh, bem voltando aqui, mais um cap inspirador parabéns Gi, quero ver mais matanças e talvez um pouco de sangue espirrando de uma traqueia aberta ao som de gritos de agonia sufocante MWAHAHAHHAHAHAHHA!

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Giovana TK em Sex Dez 11 2015, 15:00

G-zus, Tulyan. XD 

Agora que fui responder seu comment vi o tamanho que essa bagaça ficou 0.0"


De qualquer forma obrigada! Seus comentários são sempre muito bem-vindos aqui ^w^

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Gamesmenezes em Sex Dez 11 2015, 16:05

Em excelente capítulo de uma excelente fic. Eu pessoalmente não gosto de conectar estória de fic com a da comic, mas aprecia muito quem o faz.

Uma dica: Quando quiser representar mudança/conclusão de página ou separação entre título e conteúdo você pode usar o comando (Entre colchetes) "hr" para inserir uma linha que indica essa separação.

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por J.O.H.N. em Sex Dez 11 2015, 17:55

Estive esperando tanto tempo por isso, a mão da leitura chega a tremer...
Gi, que ótimo trabalho você fez aqui, ein? A fic voltou voltando xD
E com aquele sentimento no final de ''Eoq? N pode acabar aqui, pra que esse mistério??''... n sei se isso é bom ou ruim :v
No mais, é bom ver que voltou com a fic, que conseguiu arrumar tempo para desenvolvê-la, espero que ela possa continuar assim, mas tudo dentro do seu limite, claro ^^

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Giovana TK em Sex Dez 11 2015, 18:08

Obrigada GM, mas acho que não entendi muito bem o lance do


 ....

Olha só, funciona! XD 



E obrigada a você também John, realmente levou um tempo mas finalmente saiu o cap. Ah e....  Vai se acostumando com a sensação de ''Éoq?'' >w>

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por OtakuCraft em Sex Dez 11 2015, 18:45

Porque eles não matam esse demente de uma vez? -_-
Sério, tipo... ta ali, desarmado provavelmente. "Ah, mas tem uma espada debaixo da mesa." Dane-se, a lâmina no pescoço parece ser mais rápida...

Mas né, ai como a história iria prosseguir, né? :p

Anyway. A fic continua ótima e interessante. E positivamente reversamente (q?), o Clovis continua chato como devia. ^^ ... ¬¬

Espero que o próximo cap venha logo.

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

Mensagem por Giovana TK em Sex Dez 11 2015, 19:00

Vlw Otaku! :3

De novo, eu lhes aconselho procurar o TDM pra ler. Tem muita, MUITA referência ùwú 

E sim, o Clovis é uma desgraça só. 

Katney: E ainda por cima é mal agradecido! ò.ó

Ninguém te chamou aqui, Kat -.-'

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Re: SilverDawn: Runaway (capítulo VII)

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