[Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

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[Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por Gamesmenezes em Sab Jan 16 2016, 23:41

Fala galera, hoje lhes trago o primeiro capítulo de minha primeira fic com personagens de usuários do fórum. Nesse primeiro capítulo não aconteceram tivemos apenas dois personagens, mas é claro de acordo com como você foram me enviando suas fichas de seus personagens eu os vou introduzindo na estória.
     Para quem quiser o modelo de ficha de personagem para essa fic, está nesse tópico: Lycan: Acampamento do Luar.. Pode postar sua ficha tanto nesse tópico quanto no citado a ali atras.
      Então fiquem agora com o primeiro capítulo dessa estória original.


Lycan: Acampamento do Luar
Capítulo 1




      Luís estava em seu apartamento, sentado em sua poltrona, assistindo TV. Com seus cansados
olhos castanhos atentos à tela que passava o noticiário, ele de la levantou-se soltando um bocejo.
Coçou um pouco a cabeça de seus cabelos também castanhos semi lisos que caiam até os ombros.
Olhando para o rádio relógio em cima da mesinha de centro da sala.

      -(Luís): 06:00 AM, hora de dormir.

      O vigia noturno de 27 anos andou para seu quarto, lá se livrou das vestes de trabalho jogando-as
sobre sua cadeira de escritório ficando apenas de cueca. Deitou-se na cama se cobrindo com um
lençol. O celular toca ainda dentro do bolso da calça jeans que o dono tinha tirado para dormir. Ele se
levanta e pega e tira o telefone da calça olhando o número que estava ligando.

      -(Luís): Que número é esse?

      Ao checar também as horas ele percebe que são 08:21 AM. E logo atende.

      -(Luís): Alo, quem fala?

      -(???): Olá ∑ (Sigma), já faz tanto tempo que não nos falamos.

      -(Luís): Quem está falando?

      -(Marcos): Sou eu, Marcos, do acampamento. Lembra-se de mim?

      -(Luís): Caramba, a quanto tempo! Como conseguiu meu número?

      -(Marcos): Ah, eu tava mexendo numas coisas velhas e acabei achando na minha agenda.

      -(Luís): Então, por que ligou?

      -(Marcos): Sabe, eu ando trabalhando no acampamento durante o verão nos últimos dois anos. E
acho que você gostaria de uma oportunidade de passar um tempo lá, depois desses dez anos.

      Coçando a barba por fazer ele diz:

      -(Luíz): É, acho que seria bom depois de todo esse tempo.

      -(Marcos): Ótimo, ligue para o número que vou te passar.

      Uma semana depois.

      Luís havia sido chamado para fazer as entrevistas de recrutamento a novatos. Ele estava em uma
sala branca, tanto azulejos do piso quanto e a pintura da parede eram dessa cor. Havia uma mesa
quadrada no centro, em dois lados dela havia cadeiras, uma de frente para a outra. Logo à cima da
mesa uma luminária suspensa. Ele se sentava na cadeira que ficava de frente para a parede no qual
ficava a porta de entrada, que dava passagem para a sala de espera. A parede com saídas ficava logo
atrás de Luís tinha duas portas bem afastadas uma da outras, a da esquerda era destinada a aqueles que
não eram como ele e a da direita para os recrutados.

      -(Luíz): Pra porta da direita, sente-se e espere.

      Disse Luís para um jovem entrevistado que o obedeceu. Logo que a porta foi fechada ele abriu a
porta de entrada e esticou seu corpo para fora falando em alto e bom tom.

      -(Luís): Próximo!
      Logo uma jovem de olhos verdes, ruiva de rabo de cavalo e franja para a direita se levanta, entra
na sala de entrevista e senta-se à mesa. Luís por sua vez fechou a porta e sentou-se à mesa.

      -(Luís): Sua ficha.

      -(Angeline): Aqui.

      A garota entrega um papel dobrado, tirado do bolso, para o homem que o abre e lê.

      -(Luís): “Eucalipto”, é? Eu lembro desse nome na lista de famílias. Então você nasceu com a
nossa graça, não é?

      -(Angeline): Sim, mas me transformo apenas nas luas cheias.

      -(Luís): Uma pena, posso ver que você é muito especial. Pra porta da direita, sente-se junto dos
outros e espere.

      Angeline se levanta e passa pela porta colocando os fones de ouvido.

      O homem fecha a porta que a recém recrutada esquecera de o fechar e logo chama mais um
jovem para ser entrevistado. Um jovem de cabelos castanhos e óculos caminha em direção a Luís
acompanhado de um adulto. Aquele era o ultimo jovem do horário de Luís e o mesmo sabia o que a
companhia significava.

      -(Adulto): Aqui está a ficha dele.

      Disse entregando o papel e virando as costas.

      O garoto entra na sala e já se senta à mesa. Luís fecha a porta e se senta à frente do garoto
desdobrando o papel e o lendo.

      -(Luís): Rauth? Que nome estranho, é mesmo o seu nome ou tá escrito errado?

      -(Rauth): Não, esse é meu nome mesmo.

      -(Luís): Bem, não preciso ler seu sobrenome para saber que é um infectado e não erdou nossa
benção do sangue de seus pais.

      -(Rauth): “Benção”? Isso é uma maldição!

      -(Luís): Diz isso por que não consegue controlar. E é por isso que está aqui, também é por isso
que até agora pouco aquele recrutador noturno estava contigo. Quando aprender a controlar vai mudar
de ideia.

      -(Rauth): Isso SE eu conseguir.

      -(Luís): Ah, cê vai. Do contrario tu não volta pra cidade. Porta da direita garoto…

      Ele da uns tapinhas no ombro esquerdo de Rauth.

      -(Luís): Estará com gente como você em poucos dias. Gente que não vai desistir de você
facilmente.

      O jovem se levanta e caminha em direção à porta dizendo.

      -(Rauth): Espero que sim.

      Luís ainda sentado da uma risadinha pensando.

      -(Luís): (Pensamento): Assim como eu era.

      Ele se levanta e sai da sala pela porta da direita já a fechando quando do lado de fora. A sala onde
agora ele e os recrutados se encontravam era grande, com várias cadeiras onde os jovens se estavam
sentados e à frente de todas aquelas cadeiras havia uma parte elevada para onde Luís andou. Lá se
virou para aqueles que esperavam sentados e  começou a falar em alto e bom tom para que todos
ouvissem.

      -(Luís): Olá a todos. Vários  de vocês devem estar felizes de estar aqui, já outros nem tanto. Mas
o que importa é que somos todos lobisomens, queira gostem ou não. Seja por hereditariedade ou
contaminação. E nossa existência DEVE ser mantida em segredo, para isso precisamos manter nossa
transformação e a nós mesmo transformados sob controle. Este é o principal motivo pelo qual o
acampamento do luar existe: “Ensinar controle e disciplina aos jovens lobisomens”

      Luís pega de cima de uma mesa uma pilha de papeis e anda distribuindo entre os jovens que no
salão estavam.

      -(Luís): Nesse papel está escrito o local, o dia e a hora que o ônibus do acampamento estará e
partirá. Além de também dizer o que vocês podem ou não levar.

      Voltando para a frente dos recrutados ele diz:

      -(Luís): Estão liberados.

      Todos saem do salão por uma porta dupla à direta.

      Uma semana depois, 06:00 AM. Numa rua asfaltada no meio envolta de mato estava o ônibus que
levaria os novatos ao seu local de treinamento. Luís também estava lá, do lado de fora do veículo com
uma prancheta e caneta. Logo os jovens lobisomens começavam a chegar, um ou dois por vez. Mas
por ordem de Σ ninguém entraria no veículo até a hora da partida. Todos colocavam suas malas no
compartimento de carga do ônibus e esperavam sem ordem especifica o horário de partida.

      A hora de partir chegava. Angeline estava ouvindo musica no seu mp4 ao lado de Rauth. Quando
o experiente Luís começa a falar.

      -(Luís) Atenção todos, Respondam à chamada e entrem no ônibus em ordem. Anderson!...

      Rauth ao perceber que a colega ao seu lado não estava prestando atenção a cutucou com o
cotovelo. fazendo-a tirar os fones e perguntar:

      -(Angeline): O que foi?

      -(Rauth): O cara ta fazendo chamada pra entra.

      -(Aengeline): Ah ta, obrigada.

      -(Luís): Angeline!...

      Ela responde a chamada e entra no ônibus colocando novamente os fones. Terminada a chamada,
Luís entra por ultimo no ônibus mandando o motorista fechar a porta. Por uma ultima vez ele checa a
tabela de chamada. Não faltava ninguém, então ∑ anda pelo veículo olhando cada um dos jovens.
Quando ele avistou Angeline de fones de ouvido, a cutucando com o dedo no ombro. Ela tira um fone e o olha.

      -(∑): Ei, tira os fones por um tempo, tenho algo importante para dizer.

      Ela apenas mexe a cabeça em sinal de "sim" e deixa os fone pendurados em seu pescoço. Ele
andou até o final do ônibus e voltou à frente. Lá pegando um amontoado de faixas de tecido branco.

      -(∑): Atenção todos. No acampamento, dividimos os lobisomens em ranks, vocês novatos são
todos do mesmo rank, o mais baixo chamado Ω (Ômega). E para identificar essas classes, vocês
receberão essa faixas com o símbolo de seu rank. Amarrem-na onde e como quiserem, só certifiquem
se de deixar o símbolo bem visível.

      Ele andou pelo ônibus distribuindo as faixas em pares. As mesmas mediam 15cm por 1m, eram
brancas e tinham no meio, tanto na frente quanto no verso o símbolo Ω. Em um lado o mesmo estava
virado na horizontal e no outro lado, virado na vertical.

      Angeline amarrou sua faixa no braço esquerdo, sem deixar faixa sobrando e com o Ω virado de
lado.

      Já Rauth for um nó que envolvia as pontas da faixa e a coloco como se fosse uma faixa
presidencial com o símbolo de em pé relativo à diagonal que a faixa traçava de sua cintura ao seu
ombro.

      Ao terminar de distribuir as faixas Luís é chamado pelo motorista. O mesmo abre um
compartimento no painel do veículo e dele tira uma pequena caixa revestida com camurça preta.

      -(Motorista): Césio pediu pra te entregar isso.

      Com a caixa em mãos, ∑ a abre e tira dela uma faixa azul com o símbolo ∑ de apenas um
lado, porem a letra grega era destacável e de aço cromado. Ele então amarrou a faixa na
cintura com se fosse um cinto, deixando a peça metálica no centro coco se fosse uma fivela.

      -(∑): Você disse “Césio”? Ele ainda é o diretor?

      -(Motorista): Sim, ele ainda é. O cinquentão não parece ter planos de se aposentar.

      Diz o condutor dando a partida.

      (Já no acampamento)

      O ônibus com os novatos havia chegado. Todos desciam para pegar suas bagagens no
compartimento de carga do ônibus em seguida formando uma fila em frente ao portão do imenso
terreno cercado por grandes muros de concreto.

      ∑ anda até o lado do portão e aperta um botão, uma voz lhe pergunta:

      -(Voz): O que quer aqui?

      -(∑): Soltar minha benção ao luar.

      -(Voz): Benção de que deus?

      -(∑): De Lycan.

      O portão se abre, dando vista para uma estrada de areia que visivelmente descia até as margens de
um rio que corria perpendicular à estrada. Olhando para a esquerda, havia uma ramificação que levava
à cabana da diretoria que ficava encostada em um dos muros que marcavam o os limites do
acampamento. Já olhando para a direita, a estrada tinha várias ramificações que levavam a diferentes
dormitórios.

      Luís olhou em volta e pensou:

      -(∑): (Pensamento): É, o lugar mudou bastante. Já faz quanto tempo desde a ultima vez que pisei
aqui? 10 anos? Talvez mais…

      -(Voz familiar): Hey Luís!

      ∑ Olha para de onde vinha a voz que não lhe era estranha, quem a emitia era um homem de
camiseta branca, calção verde e calçava chinelos da mesma cor. O mesmo tinha cabelos negros e
curtos com uma pequena frança horizontal formando uma minúscula “aba”, barba feita e estava
levemente à cima do peso. Era Marcos.

      -(Marcos): Deixe que eu cuido dos novatos, tem alguém lá dentro que quer falar com você.

      Disse ele aproximando-se e apontando para trás com o dedão em direção à diretoria.

      Marcos assumiu o papel de guia do grupo novato, tomando a frente da fila e falando para os
jovens.

      -(Marcos): Muito bem galera, eu serei seu guia a partir daqui. Sigam-me.

      O guia os levou até os dormitórios, separados entre masculinos e femininos, para que pudessem lá
largar suas bagagens. Em seguida desceram a estrada até as margens do rio onde se bifurcava em uma
reta perpendicular à sua direção de origem. Na esquina direita desse ponto, ficava o refeitório, uma
edificação feita predominantemente feita de madeira. Ainda seguindo à direita a estrada ainda seguia
as margens do rio que durante parte de seu percurso seguia reto. Na parte direita da estrada havia a
cada 20m uma edificação diferente. Logo o grupo parou em frente a uma grande edificação feita de
tijolo maciço, a porta de entrada era de madeira com uma maçaneta redonda de metal. Nesse
momento Marcos vira-se para os ômegas e lhes diz.

      -(Marcos): Muito bem novatos, esse prédio aqui é chamado de “Salões da Sanidade”. Será aqui
onde vocês aprenderão algumas técnicas de transformação voluntária, auto controle e receberam
vestes apropriadas para a forma de licantropo. Alguma pergunta?

      Rauth levanta sua mão e pergunta:

      -(Rauth): Só temos nós aqui?

      Angeline também pergunta:

      -(Angeline): É, onde estão todos os outros, os experientes.

      -(Marcos): Acalmem-se, eles chegam semana que vem. É uma medida de segurança. Vocês
novatos tem que aprender pelo menos uma técnica de autocontrole até eles chegarem. Do contrario a
enfermaria vai ficar lotada. E isso não é uma ameaça, é um aviso.

      O guia abre a porta dos Salões da Sanidade ainda olhando para seu grupo.

      -(Marcos): Então, vamos entrar?
      Fim da capítulo.


Última edição por Gamesmenezes em Dom Jan 17 2016, 20:51, editado 2 vez(es)

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por LoneStar12 em Sab Jan 16 2016, 23:57

Como esperado, ficou excelente, eu to muito hypado para o próximo cap!!!!

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por Tulyan em Dom Jan 17 2016, 00:13

Olocooo Eu tinha lido essa fic no outro site, como evoluiu, bem mais fluido e interessante, mas uma pergunta ( mintira várias )

1 Os Lycans daí são imorriveis?
2 Existe alguma diferença de pelagem por meio de " como se tornou" ou de onde vive? Ou é só uma cor?
3 Existem vampiros por q indiretamente isso me lembrou anjos da noite ( exelente filme nota: 11 [ so o 1,2 e 3 ] )
4 Se lembra-se da ficha q mandei, a idéia é q ele fosse um adulto, tipo um andarilho, um lobo solitário ( epic ) use-o se quiser a todo modo, mas cá entre nós, se usar ele, faz pelomenos ele atirar na bunda de alguém...
5 Me dê o Cap 2 em sete dias, 7 dias... Boo! ( pareceu assustador quando escrevia... )

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por Gamesmenezes em Dom Jan 17 2016, 01:24

1) Não
2) Ah diferentes pelos de lobisomens sim, mas isso é definido APENAS pela cor natural do cabelo.
3) Dentro do universo que se passa a estória (mesmo do meu futuro mangá) sim. Mas não pretendo usa-los nessa estória.
4) Vou ver se uso em algum capítulo, mas não garanto nada.
5) Meus padrões de qualidade e rotina impossibilitam que esse pedido seja atendido.

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por Giovana TK em Dom Jan 17 2016, 08:34

Caraca GM! Contando essa aí, tu ta tipo.... Escrevendo 3 fanfics 0.o

Muito bom o começo, passou uma vibe de Percy Jackson aqui, só que sem a produção tosca e com o climinha legal de acampamento de sobrevivência. xD 

Vou dizer que até deu vontade de fazer um personagem pra contribuir, mas como antes, to meio naquelas de ''sem ideia pra nada'' ^^"

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por OtakuCraft em Dom Jan 17 2016, 08:46



Realmente ficou ótimo, mesmo que eu já sabia o que podia acontecer nesse capítulo por ter lido a versão antiga, pelo menos houve a introdução dos nossos personagens. ^^

E claro, em todo o capítulo só encontrei 2 errinhos de português que foi só descuido ao digitar, por exemplo:

"Todos colocavam suas maças no compartimento de carga do ônibus e esperavam sem ordem especifica o horário de partida."

É, podemos ver que maças são muito úteis para sobreviver a um acampamento de lobisomens.

E de prata ainda por cima. kkk XD Aiaia, me matem. ,-,

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

Mensagem por Gamesmenezes em Dom Jan 17 2016, 22:03

Bem, Gi, vai demorar pra sair o próximo capítulo. Digo: Ainda tenho que escrever os capítulos de Cajado da Redenção e A Distorção. Então torcerei que até essa crise criativa passe.

E quanto ao erro de digitação, concertado. Esses tempos estava pensando em dar uma revisada geral em todos os capítulos de todas as minhas fics pra concertar esse tipo de coisa. Tbm alterar alguns detalhes e dar uma "polida" no visual dos meus tópicos de fics.

Esso enquanto faço minha nova pixelart, de um personagem que ainda não foi determinado. A votação para decidir qual personagem será é essa →O que? Mais uma pixelart?

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Re: [Não TK] Lycan: Acampamento do Luar - Capítulo 01

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