Conto alternativo a TLFOH

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Conto alternativo a TLFOH

Mensagem por TFFalcon3 em Qua Jun 22 2016, 20:19

            eae pessoinhas do forum! isso aqui é um trabalho que eu fiz de português! a professora falou que era pra fazer um conto e eu perguntei se poderia ser sobre o que eu quiser e mostrei meu personagem e ela falou que sim mas teria que ter uma explicação antes da estoria então aqui esta! espero que gostem ^^


Conto alternativo: Uma questão de piedade?
 
 
            Esta história acontece em um universo medieval diferente do nosso onde existem dragões e uma espécie chamada Keidran. Eles são animais antropomórficos que se separam em subespécies, sendo elas Tigres, Lobos, Raposas, Cães, Gatos e outros. Os Keidrans agem como humanos porem se alimentam somente de carne e há um ódio muito grande entre Keidrans e Humanos. Neste universo existem também cristais que permitem a qualquer um conjugar um dos 4 elementos da natureza (agua, ar, fogo e terra) para usá-lo, dependendo da experiência do ser que está usando os cristais a quantidade do elemento que pode ser criada ou manipulada aumenta ou diminui.




            Um dia chuvoso em meio a floresta com altas e largas arvores tropicais por onde haviam várias e várias flores brotando do solo, uma humilde e simples família de Keidrans tigres começava um dia normal onde tudo parecia ótimo apesar da chuva que caia sobre o telhado da pequena casa de carvalho onde moravam. A mãe estava cozinhando carne na fornalha a lenha, o Pai apenas descansava em uma cadeira observando sua pequena filha que brincava com um novelo de lã correndo pela casa, a garota aparentava ter 11 anos.  Por alguns minutos cessou-se a chuva o que permitiu a pequena de ir brincar fora, quando esta chegou até a porta e foi abrir-lhe seu pai logo disse:


            – Não va muito longe e tome cuidado Sasha. Volte antes do almoço minha tigresinha! – Diz o pai olhando para onde sua filha estava


            – Okay Papai! – Diz a pequenina ao abrir e logo fechar a porta


           Já do lado de fora a pequena Keidran corria pela grama molhada sujando suas patas traseiras de lama e assim continua por vários minutos brincando inocentemente pela floresta cheia de flores que brotavam por toda parte, lindas rosas que realçavam a beleza do lugar.


Enquanto isso, não muito longe dali 5 cavaleiros humanos montados a cavalo com armaduras, lanças e espadas afiadas estavam “batalhando” com 3 Keidrans lobos que apenas tinham espadas pequenas e inúteis contra o forte armamento dos humanos que derrotaram facilmente os lobos e os mataram sem demonstrar nenhuma piedade, os barulhos de espadas foram escutados pela pequena tigre que andou devagar e silenciosamente até o lugar para ver o que estava acontecendo e quando viu a cena ficou horrorizada, os troncos de algumas arvores e flores foram sujos parcialmente de sangue.


Após isso um dos humanos avistou a pequena Keidran atrás de uma arvore e alertou os outros que imediatamente começaram a persegui-la. A garota apavorada correu o máximo que pode na direção da sua casa, mas ao chegar até porta e abri-la aos berros encontrou sua mãe e pai mortos no chão por outros 3 humanos que ali estavam, aquela cena destruiu toda a esperança para aquela jovem Keidran. Os humanos ainda assim pouco se importaram e colocaram-na uma corrente no pescoço.


– Agora você é uma escrava e deve fazer exatamente o que nós mandarmos você fazer entendeu sua Keidran imunda! – Disse um dos humanos com seriedade e ódio na voz


A pequena sequer resistiu, traumatizada pelo acontecimento se quer tentou escapar, afinal para onde escaparia? Depois de algum tempo andando por uma trilha com algumas flores dentre as arvores, sendo puxada pelo humano que estava em cima do cavalo pela corrente a pequena escuta um som de riso que todos os humanos também escutam e então a cercam observando o todo o mato em volta.


– O que está acontecendo? Quem está aí? Apareça! – Dizia um dos cavaleiros

– Ei! Keidran! Quem está fazendo isso? – Pergunta outro cavaleiro que acerta um tapa na cara da garota por demorar a responder – Me responda! Agora! – Quanto mais ela demorava, mais ele a batia


Repentinamente um barulho de galho quebrando e de passos faz os humanos ficarem alertas e então uma voz surge da floresta:


– Estou aqui!


            Um vulto passa atrás de um humano que logo cai de joelhos depois desaba de cara no chão revelando um grande corte em suas costas, ele grita um pouco, mas logo vem a morrer. Agora os 7 humanos que sobraram estavam um pouco amedrontados e apontam as lanças e espadas para o lugar onde o vulto foi:


            – Mostre a cara maldito! – Diz um dos cavaleiros pegando a Keidran e colocando a sua espada no pescoço dela – Se não aparecem juro que mato ela!


            Então de cima de uma arvore salta um ser que pousa suavemente na terra a poucos metros do grupo, é um Keidran raposa encapuzado que está segurando inversamente uma faca na mão esquerda, uma faca que está manchada de sangue, na outra mão o Keidran segura um cristal:


– Estou bem aqui... – Diz o Keidran encapuzado sem mostrar seus olhos


            – Jogue essa faca no chão... – Diz o cavaleiro segurando a Keidran tigre – Agora!


            – Você quem pediu! – O Keidran joga a faca com força na direção do pé desse humano e ela se finca no pé do humano atravessando sua armadura


            – AH! Maldito! Matem-no! – Ordena o cavaleiro ferido


            Os humanos então correm na direção do Keidran com suas lanças, mas este desvia pulando para o tronco da arvore e do tronco da arvore por cima dos humanos com lança caindo perto do que estava a segurar a garota então arranca sua faca do pé do humano encosta seu cristal nela e conjuga fogo lançando um corte vertical flamejante que arranca o braço direito do humano libertando a Keidran que sai correndo pela floresta, o humano grita em agonia com seu braço cortado porem não sangra pois foi carbonizado então o humano morre lentamente pois a hemorragia foi levemente evitada pelo fogo. Os outros humanos voltam para ataca-lo de novo, mas dessa vez ele junta o cristal a faca e cria da faca uma lamina maior flamejante e a usa como espada, a chuva volta a cair, mas nem mesmo isso apaga o fogo furioso do Keidran que corta as lanças junto aos humanos que morrem na hora, então ele nota que um dos humanos havia abandonado a batalha para capturar a Keidran novamente. O Keidran raposa então não perde tempo em correr atrás do humano que já havia pego a garota, mas logo a solta depois de receber um belo soco na cara dado pelo Keidran que o fez cambalear para trás e cair em cima das flores, antes de ter tempo para reagir o Keidran já chuta sua espada para longe e lhe dá uma joelhada na cabeça que faz o seu nariz sangrar, então quando o Keidran encosta a espada flamejante no peitoral da armadura do humano ele diz:


– Espera! Não me mate! Por favor em imploro!


– Por que eu não faria isso? Me dê um bom motivo! – Diz o Keidran firmando sua espada que agora toca no peito do humano queimando ali


–AH! Eu tenho uma família! Eu tenho esposa e filhos! Por favor! O que será da minha família sem mim! – Diz o humano muito amedrontado


Então o Keidran começa a rir um pouco de pois começa a rir muito enquanto a agua da chuva caia sobre o Keidran que agora tirava o capuz e olhava diretamente para o humano com seus olhos vermelho-vinho que brilhavam no fim daquela tarde, o Keidran raposa em fim diz:


– Pelo que eu vi... você não teve piedade alguma da família daquela pobre garota... não merece piedade...


O Humano começa então a implorar enquanto o Keidran empurra sua espada lentamente atravessando seu peito:


– Por favor me poupe! Eu lhe imploro!


– A única coisa que irei poupar aqui serão esforços para te matar.


O Keidran então finca de vez a espada flamejante no peito do Humano atravessando até as flores que estavam ali em baixo já amassadas. O Keidran então tira sua faca de lá e guarda ela em uma pequena bainha no em sua cintura assim como guarda o cristal em seu bolso. Então ele anda até a Keidran que estava chorando olhando para o chão e estende a mão para ela:


– Ei... garota. Venha comigo.


A Keidran então segura na mão de seu salvador e começa a andar junto a ele pelo meio da floresta, depois de algum tempo já de noite enquanto passam por um pequeno riacho ela em fim pergunta algo para ele:


– Po-Posso saber... S-Seu nome? – Diz a pequena Keidran


– Meu nome é Etrius! E um dia eu vou acabar com essa guerra entre Humanos e Keidran!


Ao passarem pelo riacho eles andam mais alguns metros onde eles passam por algumas arvores marcadas com a letra “K” e finalmente chegam em uma grande aldeia Keidran onde vários ha Keidrans de todas as subespécies, então o Keidran raposa deixa a tigresa lá e diz:


           – As pessoas aqui irão te ajudar, eu vou ajudar mais Keidrans... – ele então começa a voltar e quando está um pouco longe vira para trás e diz sorrindo – Até mais!


            O Keidran corre pela floresta como um vulto passando pelo riacho novamente e então nota uma flor no chão, pega ela e sente seu aroma, a chuva cai sobre ele enquanto a o dia já começava. Estava escuro pela chuva então era visível o brilho vermelho-vinho dos olhos do Keidran que olha para o céu vendo em fim as nuvens se abrirem e o Sol brilhar pelo céu. Novas flores começarão a brotar por cima das que já se foram, e isso deixara novamente aquele lugar belo como era antes. Então depois de pensar por algum tempo o Keidran coloca o capuz e some correndo, deixando para trás a as pétalas da flor que caem lentamente no chão daquela floresta que agora está calma.
 

FIM

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Re: Conto alternativo a TLFOH

Mensagem por OtakuCraft em Qui Jun 23 2016, 13:43

É interessante essa versão. O que me incomodou foi as tantas repetições "Keidran", que podiam sofrer uma variação. Fora isso ficou interessante. ^^

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Meu DA... passa lá. ;-;
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Re: Conto alternativo a TLFOH

Mensagem por TFFalcon3 em Qui Jun 23 2016, 14:07

é que tinha que deixar bem claro que era de outra especie e não humano! alem do mais minha professora não lé tk né XD

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Re: Conto alternativo a TLFOH

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